O crime do rico a lei o cobre - O Estado esmaga o oprimido - "Não há direito para o pobre - Ao rico tudo é permitido. - À opressão não mais sujeitos - Somos iguais todos os seres - Não mais deveres sem direitos - Não mais direitos sem deveres"



Com os tucanos, ferrovias abandonadas




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Nos anos que antecederam o governo Lula, observou-se um grave processo de degradação do sistema de transportes ferroviários no Brasil, entre outros motivos por conta do lobby de empresários do transporte rodoviário e as multinacionais automobilísticas, promovido há décadas no país.

No ano de 2002, a frota ferroviária era de apenas 1.895 de locomotivas e 67.795 vagões. As concessionárias de ferrovias brasileiras empregavam 19.356 trabalhadores. Os vagões que existiam em 2002 eram, na maioria, antigos, já que foram produzidos, naquele ano, apenas 284 novos carros.

A malha e todo o setor ferroviário ficou sucateado durante os anos tucanos. As concessionárias investiram pouco mais de R$ 600 milhões para revitalizar e ampliar a malha ferroviária. Como o governo do PSDB não estava preocupado em recuperar o transporte ferroviário de cargas - estrangulando ainda mais o setor rodoviário -, em 2002, foram investidos, pela União, pouco mais de R$ 72 milhões na recuperação e ampliação das ferrovias brasileiras.

No Plano Plurianual 2004-2007 (PPA 2004-2007) de Geraldo Alckmin, em São Paulo, há uma série de projetos que não saíram do papel. Entre eles, destaca-se a Implantação do Trem Regional Intermetropolitano São Paulo - Campinas. O projeto viabilizaria a utilização do aeroporto de Campinas por passageiros da cidade de São Paulo. No PPA 2004-2007 está prevista a implantação de 100% desse projeto. Como não saiu do papel, recentemente o governo lançou-o como Expresso Bandeirante, como se fosse um novo projeto.

O Ferroanel é um projeto importante para a região metropolitana de São Paulo. Quando pronto, o transporte de cargas destinados aos portos de Santos (SP) e Sepetiba (RJ) não passará mais pela área central da cidade de São Paulo, liberando os atuais trilhos para o transporte de passageiros. Estimado em R$ 400 milhões, o projeto consta na relação de Parceria Público-Privada com o governo federal. A PPA de Alckmin prevê que, em 2007, haveria a implantação de 100% do projeto. Ainda está no papel. Ele não está nos projetos de PPP do governo tucano, da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2007, nem do orçamento do estado para o ano de 2006.

Lula revitaliza as ferrovias
Em maio de 2003, o governo lançou o Plano de Revitalização das Ferrovias e o Programa de Expansão da malha ferroviária, através do qual estão sendo construídas a Ferrovia Norte-Sul e a Transnordestina, com investimentos privados de cerca de R$ 4,5 bilhões. Nas ferrovias, o transporte de cargas passou de R$ 170 bilhões, em 2002, para R$ 225,8 bilhões, em 2005, um crescimento de 32%.

Na Norte-Sul, o governo iniciou a construção de 108 quilômetros em Tocantins. A previsão é de que em 2008 o volume de carga transportada nos trilhos da ferrovia chegue a 8 milhões de toneladas, beneficiando uma área que envolve os estados do Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás, Mato Grosso, Piauí, Bahia e Minas Gerais.

O setor ferroviário é um dos que mais cresce no país. O governo Lula está promovendo uma mudança gradual na matriz de transporte de carga no Brasil. Em três anos, a participação das ferrovias subiu de 23% para 25%. A revitalização do setor fez aumentar o número de vagões utilizados pelas concessionárias - 43,2% nos últimos três anos. A quantidade de locomotivas cresceu 20,4% no mesmo período. Para isso, duas fábricas foram ampliadas e outras quatro foram construídas, gerando 30 mil empregos diretos e indiretos.

Barão Vermelho 13.


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