Escrito por Roberto às 09h47
A companheira Meryhellen Belle tem recebido vários pedidos para que expresse sua opinião sobre o debate realizado pela TV BANDEIRANTES.
RESPONDENDO A TODOS COMPANHEIROS(AS)QUE ME PERGUNTARAM SOBRE O QUE ACHEI DO DEBATE (08/10/06):
Achei muito bom, não foi melhor devido a falta de desempenho de Alckmin.
O presidente Lula disse que o povo estava querendo ver as propostas, mas infelizmente o chuchu ignorante só atacava e sem provas, obviamente o presidente tinha que responder ao ataque. Foi RIDÍCULO a produção negar o DIREITO DE RESPOSTA ao Presidente Lula, aquilo foi medíocre!
Aspecto dos candidatos:
Alckmin: Demonstrou insegurança, nervosismo ficou claro que o PSDB de FHC NÃO tem propostas. Ficou preso a assuntos que diz respeito somente a Polícia Federal do qual já estão sendo investigado.
Falar em venda do Avião foi uma infantilidade, pois foi provado que o custo são centenas de vezes mais em conta do que pagar passagens desfalcando o dinheiro público e provou com isso que só sabe realmente desfazer de algo para custear outro, ou seja, é Doutor em privatizações.
Alckmin não teve proposta e achou que com ataques ele sairia bem, mas mostrou insegurança, nervosismo e não soube responder em números, até o Presidente Lula sugeriu que ele (chuchu) mudasse de assessor, e fazia uma burrada atrás da outra quando ele dizia em números enquanto o deles era mil ou milhões, o nosso era de milhões e Bilhões!
Presidente Lula: O Presidente Lula mostrou o seu trabalho, não acobertou os erros que fizeram, foi transparente, não omitiu erros de "companheiros", inclusive ele falou que dói, mas se tiver algo errado tem que ser investigado e conseqüentemente punido.
Desmascarou o tempo todo os feitos e os efeitos do PSDB de FHC = Alckmin.
O Presidente Lula passou segurança ao povo brasileiro, falando de todos os assuntos com clareza, no caso do Dossiê por exemplo, foi direto nas respostas.
Conclusão:
Agora é a nossa parte, cabe à militância sermos mais enérgicos, enfrentar de forma mais exata e com bravura, não podemos admitir que calúnias dessa oposição e imprensa elitista seja alvo dessa campanha.
Espero que cada um que quer a continuidade do Presidente Lula, para um crescimento ainda maior no nosso país, onde vários projetos foram criados, valorizando a população no geral, como exemplo: Fome Zero, Projeto Luz Para Todos (3 milhões de beneficiados), ProUni (200 mil beneficiados), para que isso continue como disse o Presidente Lula, a casa está com a base pronta e as paredes levantadas, falta apenas colocar a madeira e o telhado, para que isso aconteça precisamos reeleger o Presidente do Povo e Para o Povo ? LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA.
Fica aqui um pensamento:
"A educação, bravura, amor, competência e transparência de um chefe de Estado é refletido à toda Nação, tornando um povo forte e feliz" (Beatriz Belle)
Abraço Petista/ Comunista
Meryhellen Belle
Não esqueçam que:
SOMOS FORTES ? SOMOS MUITOS

O debate entre Lula e Alckmin, realizado pela Rede Bandeirantes, inaugurou oficialmente o segundo turno da campanha presidencial. É o primeiro de vários que devem ocorrer daqui até o dia 26 de outubro, data que a legislação eleitoral estabelece como sendo a última para realização de eventos do tipo.
O debate serviu como "amostra" do que será o segundo turno das eleições: muita agressividade por parte da direita, debate sobre corrupção, comparação de governos e confronto entre diferentes visões de programa para o Brasil.
Mal terminou o debate, começaram as avaliações sobre quem ganhou e quem perdeu (ver, por exemplo, o que diz o site da campanha Lula).
Como a maior parte dos meios de comunicação é simpatizante da candidatura Alckmin, cabe aos apoiadores da candidatura Lula repercutir o debate, tanto ouvindo a opinião das pessoas, quanto dando nossa opinião.
É importante, em primeiro lugar, destacar que Alckmin não está à altura de assumir a presidência da República. Alckmin não conhece o Brasil. Alckmin não conhece os grandes problemas nacionais.
O discurso de Alckmin é ensaiado. Nas perguntas, nas respostas, nas réplicas ou nas tréplicas, Alckmin repete chavões. Seu truque é a velocidade: são tantas as palavras, são tantas as mentiras, são tantas as acusações, são tantas as bravatas, que o telespectador não consegue acompanhar.
Por exemplo: Alckmin fala que vai cortar "gastos". Quando se pergunta quais gastos, ele responde: gastos com corrupção, com comissionados, com a ineficiência e com licitações malfeitas.
Essa resposta é como o ditado: "por fora, bela viola. Por dentro, pão bolorento". Os "gastos" que Alckmin quer cortar são os investimentos sociais, que cresceram durante o governo Lula. Por exemplo, o bolsa-família.
Claro que ele não pode falar isso abertamente. Como também não pode falar que, se fosse eleito presidente, retomaria o programa de privatizações. Vamos lembrar de 1994: FHC por acaso falou que iria privatizar a Vale do Rio Doce?
Por mais que tenha ensaiado, Alckmin não pode mudar a realidade.
Foi no governo FHC que o Brasil viveu o "apagão". O ministro do "apagão" foi José Jorge, que hoje é candidato a vice-presidente de Alckmin.
Ao contrário do que disse Alckmin, não foi a falta de chuvas que causou o apagão. Foi a falta de investimento, as privatizações e a incompetência administrativa.
Foi no governo Alckmin que o PCC apareceu. Foi no governo Alckmin que a Febem explodiu. Como pode falar em segurança, quem tem este currículo?
Como pode falar em combate à corrupção, quem articulou o arquivamento de 69 Comissões Parlamentares de Inquérito? Como pode falar de sanguessugas, quem contratou Barjas Negri como secretário da habitação? Como pode falar em escândalo, um homem que esteve à frente das privatizações no estado de São Paulo? Como pode falar em choque de gestão, quem deixou um rombo nas contas públicas do estado de São Paulo?
Alckmin não pode discutir o passado, porque os 8 anos de FHC e os 12 anos dos tucanos no governo de São Paulo constituem um desastre administrativo, social e econômico.
Basta dizer: enquanto os tucanos dependiam de empréstimos do Fundo Monetário Internacional, para poder fechar as contas do país, no governo Lula o Brasil não deve mais ao FMI.
Alckmin também não pode discutir o presente, porque os números favorecem o governo Lula: inflação em queda, juros em queda, dívida pública em queda, crédito mais barato, mais empregos, mais salário mínimo, mais políticas sociais.
Basta dizer: em quatro anos, cerca de 40 milhões de pessoas são beneficiadas pelo Bolsa Família. Só em São Paulo, são mais de 1,1 milhão de famílias Enquanto isso, depois de 12 anos de governo estadual tucano, há apenas 170 mil famílias beneficiadas pelo Renda Cidadã, o principal "programa" social do governo estadual.
Lula falou sobre educação, mostrando que hoje sua administração investe mais do que no governo anterior. No debate, Lula esclareceu que o governo federal investe R$ 64 milhões no Dose Certa, programa de doação de remédios para a população carente, que Alckmin divulga como se fosse do governo paulista.
Alckmin também não pode discutir o futuro, porque seu programa de governo representa a volta ao passado.
Uma prova disto foi o ato falho cometido pelos tucanos: eles não convidaram FHC para assistir ao debate entre Lula e Alckmin. E Geraldo ainda disse, literalmente, que "FHC foi um erro".
O que resta para Alckmin é repetir chavões, divulgar mentiras e fazer críticas mesquinhas.
Entre as críticas mesquinhas, há duas obsessões de Alckmin. A primeira delas: "Candidato Lula, de onde veio o dinheiro sujo - R$ 1,750 milhão em dólares e reais - para comprar o dossiê fajuto?"
Alckmin deve achar que ser presidente da República é igual a ser delegado de polícia ou promotor. Não é. Mas não é preciso ser delegado de polícia, nem presidente da República, para perceber algo óbvio: o maior beneficiário do escândalo do dossiê chama-se Geraldo Alckmin.
O papel do presidente da República é, por exemplo, o de escolher um procurador geral da República que não engavete processos, mesmo que sejam processos contra pessoas importantes do próprio governo. Isto Lula fez.
O papel do presidente da República é demitir qualquer pessoa que, no governo, cometa atos impróprios. Isto Lula fez. O mesmo não pode ser dito dos governos do PSDB. Foi no governo tucano de Minas que surgiu o valerioduto. E, no caso das máfias que atuavam no ministério da Saúde, 60% dos prefeitos envolvidos são do PSDB e do PFL.
Outra crítica mesquinha é sobre a compra de um avião presidencial. Alckmin diz que, se eleito, vai vender o avião. Com isto, Alckmin torna-se um candidato ainda menor. Este discurso, pautado de certo por alguma pesquisa qualitativa, beira ao ridículo. Ou ele acha que mesmo que um presidente da República não necessita de um avião próprio para deslocamento?
Apesar da baixaria cometida pelo candidato tucano, ficou clara a existência de importantes divergências programáticas entre as candidaturas Lula e Alckmin.
Por exemplo: a ênfase nas políticas sociais, inclusive na educação. A critica às privatizações feitas no governo FHC. A relação com a juventude. Uma política externa soberana, que não siga as orientações dos Estados Unidos.
Talvez a principal destas divergências tenha ficado clara quando Lula, respondendo às cobranças hipócritas do candidato tucano, disse: "Não queira que, em quatro anos, eu conserte o que vocês fizeram de errado em quatro séculos".
Matéria publicada na última edição do Jornal Hora do Povo, de São Paulo, afirma que o ex-ministro da saúde e atual prefeito de Piracicaba, Barjas Negri (PSDB), acumula 102 condenações no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE). De acordo com a reportagem, durante a gestão do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), Negri assumiu, entre 2003 e 2004, a presidência da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano de São Paulo. Nesse período, o TCE condenou ou responsabilizou Barjas Negri por irregularidades praticadas em 102 contratos firmados pela autarquia.
Barjas Negri também é acusado pelos donos da Planan de estar envolvido com a máfia dos sanguessugas e é alvo de um inquérito da Polícia Federal sobre o assunto.
Condenações
A reportagem, assinada pelo jornalista Alessandro Rodrigues, afirma que a maioria das irregularidades condenadas pelo TCE ocorreu por licitações dirigidas, aditamentos irregulares ? acima do percentual determinado pela lei - e prejuízo à competitividade e economicidade das unidades habitacionais construídas no período. Mesmo o governo do Estado tendo cortado os recursos para a habitação popular, Barjas Negri movimentou um orçamento bilionário entre os anos de 2003 e 2004, chegando a R$ 1,33 bilhão neste período.
A matéria ainda ressaltou que recentemente foi descoberto que 904 processos julgados irregulares pelo TCE, entre os anos de 1997 e 2002, foram engavetados pela ação de tucanos naAssembléia Legislativa. 307 eram referentes à CDHU. Além disso, entre os 70 pedidos de abertura de CPI na Assembléia Legislativa, barrados por manobras da base de sustentação de Alckmin no legislativo estadual, existem três que denunciam irregularidades na autarquia.
No mesmo TCE, Barjas acumula outras oito condenações por contratos ilegais firmados na prefeitura de Piracicaba. Um dos contratos irregulares foi firmado com a Construtora e Pavimentadora Concivi Ltda, de propriedade da família de Abel Pereira, empresário piracicabano apontado pelos Vedoin como o operador dos sanguessugas na gestão de Barjas no Ministério da Saúde. Os donos da Planam afirmaram que ?o Barjas Negri é o braço direito do José Serra?. As empresas da família de Abel Pereira - Construtora e Pavimentadora Cicat Ltda., Construtora e Pavimentadora Concivi Ltda. e Cicat Construção Civil e Pavimentadora Ltda - levaram licitações para executar ao menos 37 obras orçadas, no total, em R$ 10,4 milhões para a prefeitura de Piracicaba em 2005 e 2006 e doaram R$ 45 mil, em 2004, para a campanha que levou Barjas Negri ao cargo de prefeito.
A notoriedade de Barjas Negri aumentou com a entrevista publicada pela revista ?Isto É?, onde os donos da Planam afirmam que o seu período e o de Serra no Ministério da Saúde ?foram os melhores para eles?.
Além de promover o desmonte do Estado para saciar os banqueiros, o presidenciável Geraldo Alckmin demonstrou enorme descaso com os dramas sociais quando governador de São Paulo.
Nos dias de campanha acirrada lá no cariri paraibano, eu pude ver o que é o verdadeiro oportunismo desses vestais da ética, probidade e retidão moral.
Quem já se esqueceu do senador Efraim Morais PFL/PB, aquele que presidiu a CPI do Fim do Mundo?
Pois é, o Naza publicou neste espaço matéria que falava sobre a intenção de Efraim em eleger seu filho, Efraim Filho, deputado federal e, que para isso não mediria esforços.
E foi o que ele fez, o cara é mesmo muito oportunista. Em algumas cidades do cariri paraibano (São João do Cariri, Pedra Branca, Sumé, Prata e Monteiro), circulava um velho carro de som e a peça narrada pedia votos para João Henrique e Efraim Filho, estadual e federal pelo PFL respectivamente, Zé Maranhão PMDB/PT para governador e Lula para presidente.
Os dois candidatos pelo PFL conseguiram se eleger, graças à vinculação de seus nomes ao do Presidente Lula, deixando de lado até mesmo os nomes de seus aliados: Cássio Cunha Lima PSDB e Geraldo Alckmin PSDB.
O deputado eleito José Genoino (PT-SP) lança no próximo dia 18 de outubro, em Brasília, o livro "Entre o Sonho e o Poder". O lançamento será na livraria Café com Letras, às 20h.
O livro é um depoimento dado por Genoino à jornalista Denise Paraná. O político faz uma análise da trajetória de quatro décadas da esquerda brasileira, comenta a crise do PT e mantém sua opção pelo sonho.
Denise Paraná, jornalista paulista com doutorado em Ciências Humanas pela Universidade de São Paulo e pós-doutorado pela Universidade de Cambridge, é autora de "Lula, o Filho do Brasil". Como havia feito com Luiz Inácio Lula da Silva, entrevistado logo após a derrota para Fernando Collor de Mello, Denise Paraná procurou José Genoino num momento de ostracismo do ex-deputado. "A derrota, como tudo na vida, tem seu lado de luz e seu lado de sombra", afirma a autora na introdução de "Entre o Sonho e o Poder".
Lula é o candidato preferido pela militância que atua nos movimentos sociais. Esta preferência é fácil de entender.
Primeiro, porque a trajetória de Lula faz parte da história da esquerda brasileira, da CUT, da UNE, dos movimentos de trabalhadores rurais, das mulheres, dos negros, dos índios e de tantas outras manifestações dos setores populares no Brasil.
Segundo, porque o governo Lula deu início ao atendimento das demandas acumuladas, há décadas ou séculos, pelas camadas populares.
Terceiro, porque o candidato Geraldo Alckmin é o preferido das elites nacionais e internacionais. Segundo reportagem recente do jornal Financial Times, "ele é o preferido dos círculos financeiros de Wall Street".
Por qual motivo os ricos preferem o candidato tucano?
Com Geraldo Alckmin, antes na presidência do Programa de Desestatização e depois como governador, São Paulo foi privatizado.
O estado perdeu o Banespa como banco de fomento, a Fepasa (ferrovias), o Ceagesp (centro de abastecimento), a Eletropaulo (geradora da energia), a Comgás e a Companhia Paulista de Força e Luz.
A companhia de saneamento (Sabesp), o banco Nossa Caixa e outras instituições foram fragilizadas, com a venda irresponsável de ações. A extensa malha rodoviária foi entregue a preço de banana para empresas que multiplicam pedágios e assaltam os usuários nas tarifas - sem qualquer controle público.
Apesar dos recursos obtidos com as privatizações, R$ 32,9 bilhões, a dívida pública do estado de São Paulo só fez aumentar.
Em janeiro de 1995, no início do primeiro governo tucano, a dívida pública era de R$ 34 bilhões; no início de 2006, era de R$ 123 bilhões, quase duas vezes sua receita líquida. O Estado está mais pobre e debilitado, sem capacidade de investimentos, e vive aprisionado a uma dívida que consome mais de R$ 5 bilhões ao ano e que sugará seus recursos pelos próximos 30 anos.
Segundo balanço oficial, o rombo nas contas públicas do estado de São Paulo atingiu R$ 1,2 bilhão.
Cabe perguntar: se Alckmin deixou este rombo em São Paulo, o que ele faria com o Brasil? Se ele raspou o caixa e entregou o governo para o seu sucessor com um rombo difícil de ser saldado, o que ele faria com o Brasil?
Enquanto o governo tucano privatizava e endividava o estado de São Paulo, uma minoria acumulava privilégios. O número de famílias ricas em São Paulo saltou de 191 mil para 674 mil nas duas últimas décadas - pulou de 37,8% para 58% do total de famílias abastadas no Brasil.
A Revista Isto é desta semana chega às bancas com mais adrenalina para a campanha, colocando a nu o maior escândalo de recursos púbicos da história da Paraíba. Trata-se de matéria em que o ex-prefeito de João Pessoa e candidato tucano, é acusado de desviar mais de R$ 100 milhões. O ministro Marcelo Ribeiro, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), proibiu a campanha do candidato Geraldo Alckmin (PDB-PFL) de reapresentar na TV propaganda ofensiva e ilegal contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A decisão atendeu a uma representação da coligação A Força do Povo (PT-PCdoB-PRB), pela qual Lula é candidato à reeleição, e refere-se a programa levado ao ar no último dia 1º. O pedido de direito de resposta, relativo ao mesmo tema, ainda não foi julgado.
A campanha tucana ? que atendeu aos pedidos do parceiro PFL e decidiu apostar na baixaria para fazer frente à dianteira de Lula nas pesquisas - exibiu cenas externas, trucagem e montagem, visando ofender o petista, além de utilizar imagens de propriedade de terceiros, no caso o próprio presidente, em desrespeito ao direito do autor.
O artigo 32 da Resolução 22.261 do TSE estabelece que é vedado, nas propagandas eleitorais gratuitas, o uso de trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de alguma forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido político ou coligação.
Aos infratores, a lei prevê a perda do tempo equivalente ao dobro do usado na prática do ilícito, no período do horário gratuito subseqüente, dobrada a cada reincidência.
O ministro considerou ofensiva a afirmação, durante a peça publicitária, de que o Brasil vive ?a maior crise de corrupção de sua história?.
Com informações do Terra.
O Tribunal Superior Eleitoral deve votar até quarta-feira (30) a ação interposta pela Coligação Paraíba de Futuro contra a candidatura do ex-prefeito Cícero Lucena. Os advogados dos promotores da ação argumentam que Cícero não poderia ser candidato porque sua esposa, a vice-governadora Lauremília Lucena, teria assinado ato como governadora depois do prazo de desincompatibilização imposto pela Lei.
Por conta disso, o seu marido estaria impedido de ser candidato. O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba não acatou a ação da Coligação Paraíba de Futuro. No entanto, em Brasília a Procuradoria Eleitoral já deu parecer contra a candidatura de Cícero.
Os advogados do ex-prefeito Cícero Lucena dizem que não há provas de que Lauremília tenha assinado atos como se estivesse no exercício do governo. Agora, a decisão vai ser no pleno do TSE.
Portal Correio da Paraíba
Sonia Racy, Patrícia Campos Mello
O Estado de S.Paulo
Não há mais medidas de desoneração em estudo no Ministério da Fazenda. ?Isso acabou?, afirmou o ministro da Fazenda Guido Mantega em entrevista ao Estado. No entanto, está na fila para ser aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), no dia 29, uma medida que vai agradar tanto ao setor da construção como aos interessados em comprar novos imóveis. ?Vamos eliminar a TR [Taxa Referencial] das prestações. Elas passarão a ser fixas?, anuncia, acreditando estar incentivando também uma maior competitividade dentro do setor. E mais. Estuda-se incluir medidas financeiras para ampliar os financiamentos também às construtoras. Sobre essas ações, Mantega ainda guarda segredo.
Quais são os incentivos que a Fazenda pretende adotar para a construção civil?
A construção civil será um dos pólos dinâmicos da economia brasileira no segundo mandato de Lula, caso ele venha a ocorrer. Ela havia estagnado, se deteriorando ao longo dos anos. Agora, com inflação baixa e estabilidade, tem condições de avançar. Uma dessas condições é o juro baixo. Com juro alto, não existe crédito que consiga viabilizar a construção civil. Estamos estudando mecanismos para dar crédito de longo prazo ao setor da construção. É um novo filão a ser explorado, com a ajuda da alienação fiduciária, que dá garantia de retomada do imóvel caso haja inadimplência.
Está em estudo alguma medida para reduzir os juros do crédito imobiliário?
Vamos aprovar no Conselho Monetário Nacional uma medida que vai eliminar a TR dos contratos de financiamento imobiliário. Vamos introduzir prestações fixas. E, pelo que senti na conversa com alguns bancos, há quem esteja disposto a tirar a TR e não aumentar a taxa de juros cobrada. Isso significa uma redução entre 2,5% e 3% ao ano. Na média, os bancos cobram TR mais 12% quando se trata de financiamento imobiliário. Portanto, será uma redução de quase 20% dos juros.
Mas por que os bancos fariam essa concessão?
Eles têm interesse de fidelizar o cliente. Começo a sentir uma maior competição. Olha, este ano devemos ter mais de R$ 20 bilhões financiando a habitação. Parece muito, mas não é. O financiamento a este setor corresponde a menos de 3% do PIB. Em outros países, esta parcela consome 20%, 30% do PIB. Na Espanha, chega a 40%.
Como o sr. viu o episódio protagonizado por Roberto Toster, da Febraban, essa semana (ele criticou as medidas do governo para redução do spread)? Soube que ele foi suspenso por uma semana.
Considero a questão como superada. Tenho certeza de que as medidas para redução do spread vão ser efetivas e teremos resultados significativos antes do fim do ano.
Não seria necessário mais ajuste fiscal para possibilitar o aumento dos investimentos? Os gastos correntes estão aumentando.
O ano eleitoral sempre tem algum aumento de despesa corrente e depois ela cai. No governo FHC, em 2002, também houve. Estamos dispostos a fazer mais quatro anos de superávit primário, de modo que a relação dívida/PIB vai continuar caindo.
O governo está planejando um ajuste fiscal mais forte em 2007 para compensar o aumento de gastos?
Eu não estou sabendo disso. Mas eu garanto que as contas públicas estarão sob controle e o contingenciamento que tiver de ser feito será.
Geraldo Alckmin, candidato neoliberal, representante da Opus Dei, saudoso das práticas criminosas da ditadura militar, da censura, em ato falho, defendeu o PROER, para quem já se esqueceu (coisa que eu não acredito), foi aquele mecanismo que o patrão e mentor de Alckmin, o corungo e senil FHC criou para defender o patrimônio dos proprietários dos bancos Marca e Funt Sindan, lembram-se dessa invenção? Milhões de reais foram pro ralo.
Para quem nunca mostrou preocupação com uma parcela (a maioria) da população, a mais pobre, a mais necessitada, aquela que sempre necessitou da presença do Estado para não morrer a mingua, FHC e sua corja inventaram de salvar os banqueiros, os mesmos que foram beneficiados com as altas taxas de juros e, que se locupletaram e farrearam com o dinheiro das privatizações.
Sabendo, que o PROER foi um instrumento fundamental para atenuar as perdas causadas pelos sucessivos erros da desastrosa política econômica do corungo e senil FHC e corja (bando, cachorrada, caterva, malta, mamparra, manada, matula, matulagem, seqüela e súcia), Geraldo diz que vai criar o PROER para salvar os hospitais filantrópicos da quebradeira, ai ele me fez rir, morei em São Paulo por 35 longos anos e posso testemunhar a atenção que os tucanos deram, principalmente às Santas Casas, nenhuma!
Saiu à última pesquisa, game over para os tucanos, o Titânic da candidatura Geraldo Alckmin está afundando de vez. Lula passou de 47% para 49%. Geraldo Alckmin (PSDB) foi de 24% para 25%, Heloísa Helena (PSOL) caiu de 12% para 11%, enquanto Cristovam Buarque se manteve com 1%. José Maria Eymael (PSDC), Luciano Bivar (PSL) e Rui Pimenta (PCO), não alcançaram 1% das intenções de voto. Votos brancos e nulos somam 6%. 7% dos entrevistados se disseram indecisos. Agora, só resta os tucanos desmoralizarem as pesquisas. Portanto, entra em ação o MANUAL TUCANO DAS DESCULPAS ESFARRAPADAS PARA PESQUISAS, elaborado pela equipe de marketing de Geraldo.
1º A campanha nem começou: faça como o Geraldo, diga que a campanha nem começou. Embora, quando o Geraldo deu uma leva subida, a Lúcia Hipólito disse que a campanha estava esquentando. A campanha eu não sei, mas a chapa esquentou para os tucanos, esquentou tanto que Lúcio Alcântara, governador do Ceará pelo PSDB e muitos outros estão pulando fora.
2º Apele para teorias conspiratórias: Diga que os entrevistadores do IBOPE fazem parte de uma conspiração comunista do PT e na verdade, eles mesmos preenchem as pesquisas. Use a criatividade, apele para literatura fantástica, estilo VEJA, lembram quando disseram que Cuba mandou dinheiro para a campanha do Lula em caixas de wisky? O negócio é usar criatividade, se não tem um argumento, invente!!!
3° Faça como o Serra, culpe os nordestinos: Serra disse que o problema da educação em São Paulo não era a política do estado mínimo do PSDB, mas sim os Nordestinos. Sim, Serra teve a cara de pau de dizer que a culpa das bobagens do PSDB na educação eram os imigrantes. Tenham a mesma cara de pau, o negócio é achar um culpado, achou um culpado, nós, tucanos estamos salvos.
4º Povo é ignorante: Essa é para dar uma de intelectual, diga que o povo é burro que não sabe votar. Só não lembre que esse mesmo povo votou no FHC duas vezes.
5º Mantendo a esperança: Se você vir que o eleitor ainda está balançando, fale que o Alckmin está em primeiro em Pindamonhangaba. Tudo bem que a eleição é para presidente e não para prefeito de Pinda, mas a idéia é deixar o eleitor esperançoso de que possa ocorrer ainda uma virada. Para reforçar essa esperança, conte que na lojinha e no mercadinho de sua amiga, todo mundo vota no Geraldo e que tinha 1 cliente dela que não ia votar, mas ela virou o voto, quando disse uma argumentação brilhante: ?Muito bom esse Geraldo!!?.
6º Lula está mais exposto: Explique que o Lula está na frente, por que ele usou do cargo de presidente para sempre estar exposto na mídia. Só não lembre o eleitor que ele esteve exposto a maior avacalhação, desde o ano passado, com direito as famosas quartas do Jô para malhar o presidente.
7º Pesquisa que vale é do orkut: Fale que essa pesquisa do IBOPE é tudo furada, cheia de erros de metodologia. A verdadeira é do Orkut, pois afinal, todo mundo sabe fake tem titulo de eleitor e no mais nela, na pesquisa do Orkut, o Geraldo está em primeiro. Ele é o nosso presidente virtual, o Lula que governe o Brasil real.
8º Desmereça a pesquisa: O negócio é desprestigiar, diga que treino é treino e jogo é jogo. Que esse resultado é fruto de uma retroação coordenada sistêmica e encerre a conversa.
Encerrando: Pronto com essas desculpas, você já é um novo cientista político, estilo Lúcia Hipólito (quer castigo maior?)
Por: Alexandre ¹³ Chagas.
O candidato pelo Partido dos Trabalhadores, deputado estadual Rodrigo Soares, participa, na manhã desta quinta (24) de atividades com lideranças da Capital paraibana. A partir das 9h30 vai estar na Assembléia Legislativa para atividades daquele Casa. No final da tarde, participa de plenária no Sesi Centro, em João Pessoa. E à noite inaugura o seu comitê de campanha em Guarabira.
O deputado Rodrigo Soares, líder do PT na Assembléia Legislativa, participou, nesta quarta-feira (23), de ato público em defesa dos eletricitários. O evento foi organizado pelo Sindicato dos Eletriciários do Estado da Paraíba (Sindeletric) e aconteceu em frente ao Tribunal Regional do Trabalho. Os sindicalistas solicitaram à presidência do Tribunal que ordenem a liberação, pela Saelpa, de cerca de R$ 60 milhões para pagamento de ação trabalhista que já tramita há 17 anos.
Rodrigo participou de atividade de campanha na cidade de Bayeux. O arrastão na tarde, desta quarta-feira (23), no bairro São Bento, contou com participação de mais de 50 militantes. O deputado petista foi bem recebido pelos moradores da localidade. Muitos fizeram questão de aderir à campanha do deputado petista.
Como presidente da Comissão de Educação, Cultura e Desportos da Assembléia Legislativa, o deputado Rodrigo Soares fez uma visita institucional à Escola Estadual Antonio Batista Santiago, em Itabaiana. Na ocasião, estava acontecendo a eleição direta para direção daquela unidade de ensino, que foi uma luta do deputado Rodrigo, junto com o sindicado e associação da categoria. A escola conta com mais de 2 mil alunos matriculados.
O governo Lula obteve aprovação recorde, segundo dados da pesquisa Datafolha, divulgados pelo Jornal Nacional da TV Globo, na noite de ontem (22). Foi a maior taxa de aprovação a um presidente desde que o instituto começou a fazer pesquisas nacionais de avaliação do governo federal,em 1990. Segundo a pesquisa, 52% dos eleitores avaliam o governo Lula como "ótimo" ou "bom?.Os dados do instituto mostram que o antecessor de Lula, Fernando Henrique Cardoso, atingiu sua melhor avaliação em dezembro de 1996 - 47%,quando estava prestes a completar dois anos de governo. Já Itamar Franco, que governou entre 1992 e 1994, obteve 41% ao deixar o governo, em dezembro de 1994. Fernando Collor de Mello, que comandou o país entre 1990 e 1992, obteve a aprovação de 36% após três meses de governo, em junho de 1990.

O ministro procurou os jornalistas no Comitê de Imprensa do Palácio do Planalto especificamente para responder às críticas feitas por FHC em um debate sobre "Ética e Política", na noite de segunda-feira em São Paulo. "Fomos surpreendidos com uma entrevista do ex-presidente Fernando Henrique que causou espécie", iniciou o ministro. "Ele demonstrou visível desequilíbrio político".
"Escondido pelos companheiros"
"Fernando Henrique está desequilibrado porque vem sendo escondido por seus companheiros do PSDB, e seu governo é ignorado", assegurou Tarso. "Seu governo não é exibido como laranja de amostra pelos candidatos de seu partido. Há um divórcio entre seu governo e o candidato de seu partido", agregou.
Irônico, Tarso Genro avaliou que "é uma angustiada manifestação de solidão, que ele faz de uma maneira agressiva contra o presidente Lula e contra o governo. Não é adequada à função que ele exerceu no país e nem à respeitabilidade que ele tem na esfera da política", concluiu o ministro.
"Ele mostra suas baterias contra nosso governo de uma forma totalmente extemporânea no momento eleitoral, rememorando a possibilidade de impedimento", disse Tarso Genro. "Levantar uma questão como essa significa que ele está desequilibrado politicamente".
FHC insiste em mais agressividade
O ex-presidente fez a defesa do impeachment para um público fechado, de cerca de 200 simpatizantes do PSDB. Admitiu que "passou o momento, agora é ganhar a eleição", dizendo que foi na crise política do ano passado que era preciso "alguém que grite 'basta' com força", para obter o afastamento do presidente. E citou como exemplo o ex-deputado Roberto Jefferson, cassado por corrupção.
FHC insistiu também que a campanha de Alckmin seja "mais agressiva". A expectativa é que no horário eleitoral gratuito seja possível transmitir uma mensagem mais firme para que a população possa sentir que tem um interlocutor válido. O partido tem que tomar uma posição mais agressiva, mais atuante", aconselhou.
O último momento em que Fernando Henrique esteve em evidência na mídia foi no início de março, quando compôs o grupo de tucanos encarregado de desempatar a disputa entre Alckmin e José Serra, para ver qual seria o candidato presidencial do partido. Depois disso, seus correligionários evitam dar-lhe visibilidade, temendo contaminar a candidatura Alckmin, devido à elevada rejeição do governo FHC no eleitorado. O ex-presidente não aparece no programa eleitoral de Alckmin na TV, bem em comícios e outros eventos de campanha.
Com agências

O candidato pelo Partido dos Trabalhadores, deputado estadual Rodrigo Soares, participa nesta quarta-feira (23), às 7 horas, de panfletagem na UFPB. Às 9 horas, em frente ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), vai estar, junto com o Sindeletric, no ato público em defesa dos eletricitários. Às 15 horas participa de caminhada em Bayeux. No final da tarde, com o pessoal da APLP, faz panfletagem próximo ao Liceu Paraibano. À noite reúne-se com apoiadores de sua campanha no Valentina e, em seguida, em Mandacaru.
O candidato pelo Partido dos Trabalhadores, deputado estadual Rodrigo Soares, está mais uma vez no horário eleitoral gratuito no programa destinado aos candidatos ao cargo de deputado estadual. A transmissão será, nesta quarta-feira (23), em cadeia de Rádio e TV. Agora, Rodrigo vai destacar suas ações para o setor juvenil. O deputado petista lembra da criação da Comissão de Políticas Públicas para Juventude. Da sua luta, junto com o movimento juvenil, para instalar o Conselho Estadual de Juventude e a ampliação das vagas para estudantes em ônibus intermunicipais e a extensão da meia-passagem para os transportes terrestres e aquaviários. No programa anterior, Rodrigo havia destacado a Educação.
O deputado Rodrigo Soares, líder do PT na Assembléia Legislativa, participa, nesta quarta-feira (23), a partir das 9 horas, de ato público em defesa dos eletricitários. O evento é organizado pelo Sindicato dos Eletriciários do Estado da Paraíba (Sindeletric) e acontecerá em frente ao Tribunal Regional do Trabalho. Os sindicalistas vão solicitar à presidência do Tribunal que ordenem a liberação, pela Saelpa, de cerca de R$ 60 milhões para pagamento de ação trabalhista que já tramita há 17 anos. Rodrigo que já realizou várias audiências e fez pronunciamentos sobre o assunto na Assembléia disse que a empresa de energia tem uma dívida com cerca de dois mil trabalhadores, a partir de um dissídio coletivo assinado em 1989. ?A demora na tramitação da causa é tanta que cerca de 100 trabalhadores que subscreveram a Ação Trabalhista já faleceram, deixando suas famílias e dependentes passando por necessidades econômicas?, observa o parlamentar. O deputado petista ainda denuncia que outros 900 funcionários foram demitidos e também enfrentam dificuldades financeiras e dificuldades em conseguir nova ocupação no mercado de trabalho. ?São longos dezessete anos de espera da categoria. A Justiça sempre dá parecer favorável aos trabalhadores, mas a Saelpa sempre consegue encontrar uma brecha na lei para procrastinar o pagamento que deve?, comentou. No início de julho, a 6ª Vara do Trabalho da capital determinou que as contas bancárias da Saelpa, junto ao Banco Central, fossem bloqueadas para o pagamento da Ação Trabalhista. Os advogados da empresa apresentaram como garantia o pagamento de títulos bancários (CDB´s), na ordem de R$ 90 milhões, mas a di retoria do Sindeletric negou a proposta e pede o pagamento em dinheiro. ?Está provado que a Saelpa tem todas as condições de pagar esta ação trabalhista. O dinheiro existe, como provam os títulos bancários, mas sabemos que novamente a empresa está querendo e conseguindo adiar o pagamento?, denuncia Manoel Henrique, presidente do Sindeletric, sinalizando que a Saelpa tem um faturamento mensal de mais de R$ 70 milhões, uma folha de salários de pouco mais de R$ 1,2 milhão e aproximadamente R$ 100 milhões depositados, em dinheiro, em contas bancárias.
Pesquisa Datafolha divulgada esta noite (22), pelo Jornal Nacional, da Rede Globo, revelou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu mais dois pontos na preferência do eleitor, mantendo a tendência de crescimento apontada tanto nos levantamentos anteriores do Datafolha quanto naqueles realizados por outros institutos. Agora, ele tem 49% dos votos, contra 25% do tucano Geraldo Alckmin. A senadora Heloísa Helena (PSOL) aparece em terceiro, com 11%. Portanto, se a eleição fosse realizada hoje, Lula seria eleito no primeiro turno. Essa foi a primeira pesquisa realizada pelo instituto desde o início do horário eleitoral gratuito, iniciado na última terça-feira (15). Segundo o Datafolha, o governo do presidente Lula obteve avaliação recorde: o índice de bom ou ótimo ficou em 52%, o melhor desde o início do governo Lula. É também a melhor avaliação que um governo brasileiro já teve desde que o Datafolha iniciou esse tipo de levantamento, em 1990. Na simulação de segundo turno, o candidato da coligação A Força do Povo (PT, PC do B e PRB) cresceu um ponto e agora teria 55%, enquanto Alckmin caiu um ponto e teria 36%. Já a avaliação positiva do governo Lula cresceu sete pontos percentuais. A soma de ótimo/bom é agora de 52%, ela que era de 45% no início do mês e de 38% no mês passado. A avaliação regular passou a ser de 31%, enquanto os que consideram o governo ruim ou péssimo caiu de 18% para 16%. A pesquisa foi realizada entre ontem e hoje e ouviu 6.279 eleitores de 272 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Basta fazer uma rápida pesquisa sobre a desordem administrativa de São Paulo, após os 12 anos em que o Estado foi comandado pela dupla Mário Covas/Geraldo Alckmin. É o bastante para desmascarar mais esta engenhosa manipulação da mídia. Aqui vai uma seleção de dez exemplos.
Os primeiros programas eleitorais do bloco liberal-conservador no horário gratuito de TV tentaram exatamente explorar a falsa imagem ?administrativa?. A hipocrisia é tamanha que parece que os paulistas residem num paraíso ? a violência urbana que apavora a população, a decadente qualidade do ensino, a mercantilização do sistema de saúde, a precariedade dos transportes públicos e a roubalheira dos pedágios privatizados seriam pura miragem ou culpa do Lula! Vejamos os cinco exemplos.
1- Caos na segurança
A mentira ficou mais visível na delicada e explosiva área da segurança pública. As três recentes ondas de violência urbana no Estado, que causaram a morte de quase 200 pessoas e a destruição de inúmeros bens públicos e privados, confirmaram a total incompetência dos tucanos e a sua insensibilidade social. Em decorrência dos sucessivos cortes de verbas para o setor, os salários dos policiais foram arrochados, houve redução do quadro de funcionários e explodiu a superlotação dos presídios. Segundo o Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional de São Paulo, existe hoje um déficit de 31 mil agentes na área, os salários tiveram uma depreciação de 40% e os presídios demandam, no mínimo, mais 70 mil vagas.
Isto é que explica porque os presídios foram batizados de ?faculdades? pelo próprio crime organizado. O clima de insegurança tornou-se rotina entre os habitantes do Estado mais rico da Federação. Diante deste caos, seu todo-poderoso secretário de Segurança, mantido à fórceps no atual governo, ainda tenta fugir de suas responsabilidade e tirar proveito eleitoral do medo dos paulistas. O truculento e arrogante Saulo Abreu chegou a apostar o seu cargo como o governo federal não tinha liberado R$ 100 milhões para o combate ao crime organizado. Ocorre que o recurso foi liberado em 13 de julho, quando o presidente Lula baixou medida provisória, e só não foi sacado devido à inépcia do governo, que não apresentou o plano para a execução orçamentária. Saulo devia, ao menos, cumprir sua palavra.
2- Abandono da educação
Também como efeito dos cortes dos investimentos públicos, decorrentes da visão neoliberal do ?Estado mínimo?, a educação pública no Estado sofreu brutal regressão no período. Centenas de escolas foram fechadas, as vagas foram reduzidas, professores foram demitidos e a qualidade do ensino foi rebaixada com a desvalorização dos profissionais da área.
O desastre fica evidente nos números do ensino médio. Ele hoje atende apenas 25% da demanda de jovens entre 15 e 19 anos; de 1999 a 2005, as matrículas iniciais baixaram de 1.720.174 para 1.636.526; a taxa de reprovação pulou de 3,6% para 15,6%; e a evasão escolar já atinge a marca recorde de 7% ao ano. Apenas metade dos alunos que se matriculam na primeira série do ensino médio chega até a terceira série.
Como forma de maquiar esta catástrofe, o governo inventou a expediente da ?progressão continuada?, que, segundo Maria Izabel Noronha, presidente em exercício do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp), ?representa a exclusão postergada, já que não passa de uma aprovação automática do aluno sem qualquer correspondência com a realidade?. Já foram encontrados estudantes analfabetos na quarta série em decorrência desta picaretagem. Levando em conta que o analfabetismo atinge 6,6% da população do estado e que há mais 5 milhões de analfabetos funcionais, o equivalente a 18% dos habitantes paulistas acima de 15 anos, fica patente a incompetência da ?turminha do Alckmin?.
3- Mercantilização da saúde
Para impor o mesmo modelo do ?Estado mínimo? na saúde, desde 1998 os tucanos estão entregando os hospitais públicos estaduais à iniciativa privada sob a camuflagem das chamadas Organizações Sociais de Saúde (OSS). Estas administram os hospitais através dos contratos de terceirização, sem licitação ou qualquer controle do Tribunal de Contas. Em síntese, elas recebem dinheiro público para ?gerenciar? os serviços de saúde, sem a obrigação de prestar contas. Atualmente, já são 18 hospitais, três ambulatórios de especialidades e um centro de referência para idosos entregues à administração privada. Além disso, o governo tucano cortou 170 mil cargos funcionais na área da saúde entre 1994 e 2006.
Exibidos como modelo pelo presidenciável Geraldo Alckmin, os hospitais geridos pelas OSS oferecem serviços precários e insuficientes e não realizam atendimentos mais complexos para atender somente os casos simples, classificados como de ?rotatividade rápida?. Os tratamentos mais caros acabam sobrecarregando os hospitais da administração direta ou servem para elevar os lucros do setor privado. Várias unidades inclusive já fecharam os atendimentos de pronto-socorro. ?Para onde vai o baleado, a vítima de infarto e os atropelados? Todos esses pacientes não entram nas unidades geridas pelas OSS?, denúncia Célia Regina, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde de São Paulo (Sindsaúde).
4- Transporte precário
A greve dos metroviários nesta terça-feira serviu de alerta sobre os problemas e riscos nos transportes públicos. A capital paulista é de uma das metrópoles mais populosas do mundo com menor operação do Metrô. Além disso, o processo de privatização das rodovias estaduais causou o completo abandono das estradas vicinais. Quanto ao transporte ferroviário, foi totalmente destruído nos últimos anos.
Esta política de transporte, a exemplo do que ocorre em outros setores estratégicos, também se encaixa no modelito neoliberal, socializando prejuízos e privatizando lucros. E ainda serve a interesses sinistros. Em 1997, um dos diretores da Dersa, Celso Ferrari, comprovou que as licitações para entrega das rodovias foram armadas para beneficiar empresas privadas com notórios vínculos com o tucanato.
O caso do Metrô é ainda mais escandaloso. No trecho ?Linha 4-Amarela?, que ligará a Estação da Luz à Vila Sônia, o Estado investirá quase R$ 1 bilhão, mais de 73% do total de recursos necessários para a obra, enquanto que apenas R$ 340 milhões ficarão a cargo da empresa privada, que ganhar a concessão da linha por 30 anos. Neste capitalismo sem risco, o grupo privado ganhará com a venda de bilhetes e com outros empreendimentos nas estações e arredores, como publicidade, lojas e estacionamentos.
?O Estado investe US$ 1 bilhão e nada recebe em contrapartida por 30 anos. Já o investidor privado banca US$ 340 milhões e ficará com toda a receita tarifária e metade das tarifas do sistema metro-ferroviário, além da exploração comercial e veiculação publicitária. Estima-se que, só de tarifas, entre 2008 e 2012, o vencedor faturará quase R$ 6 bilhões?, denuncia o deputado estadual Nivaldo Santana (PCdoB-SP).
5- Roubo nos pedágios
Estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revelou que entre junho de 1995 e julho de 2005 as tarifas cobradas nos pedágios paulistas subiram em até 716% para carros de passeio e por eixo de caminhão. A privatização das rodovias foi criminosa. Sob comando de Geraldo Alckmin, então responsável pelo programa de ?desestatização?, o governo tucano entregou as melhores estradas ? com pistas duplas, canteiros centrais e situadas nas regiões mais ricas ? e ficou com as mais precárias. As 12 concessionárias presenteadas pelo PSDB exploram apenas 3,5 mil quilômetros, o equivalente a 16% de toda a malha rodoviária paulista, mas que representam o filé mignon do transporte.
Após a privatização, assim como as tarifas, o número de pedágios disparou. Em 1995, início do reinado tucano, havia 11 pedágios no Estado; hoje, são 153 ? sendo que apenas 14 estão sob controle estatal. Os efeitos desta política privatista são drásticos, tendo em conta que o transporte rodoviário é responsável por 70% das cargas que atravessam o Estado. Além de desestimular a produção industrial e agrícola, já que o transporte é um importante custo operacional, os pedágios encarecem o preço da mercadoria ao consumidor. Alguns casos são gritantes ? e até levantam suspeitas. Na Rodovia dos Imigrantes, que tem apenas 58,5 quilômetros, ligando capital ao litoral, e possui um movimento anual superior a 30 milhões de veículos, a concessionária Ecovias cobra R$ 14,80 por automóvel. É só fazer a conta para aquilatar o roubo!
6- Privatizações criminosas
Desde a criação do Programa Estadual de Desestatização (PED), em julho de 1996, setores estratégicos da economia paulista foram ?vendidos? para os monopólios privados, especialmente estrangeiros, por preços irrisórios. Sob a batuta de Geraldo Alckmin, presidente do PED, foram privatizadas a Eletropaulo, CPFL, Elektro, Cesp, Comgás, Ceagesp, aeroporto Viracopos e as rodovias Bandeirantes, Anhangüera, Castelo Branco, Dom Pedro, Carvalho Pinto, Ayrton Senna, Imigrantes e Anchieta. Além disso, foram vendidas ações da Nossa Caixa e da Nossa Caixa Previdência. A alienação de todo esse patrimônio totalizou R$ 35,6 bilhões, incluindo a transferência dos passivos financeiros, segundo relatórios da própria Secretaria da Fazenda. Isto sem contar a Fepasa e o Banespa, que foram federalizados antes de serem privatizados.
Os danos causados à economia paulista foram brutais. O Estado perdeu capacidade indutora para investir no desenvolvimento e o patrimônio público, construído com tributos da sociedade, foi surrupiado. O caso do Banespa, histórico banco de fomento à economia, é emblemático. Antes do criminoso leilão, em 2000, ele contava com ativos de R$ 29 bilhões e patrimônio de R$ 11 bilhões. Porém, ele foi doado ao espanhol Santander por apenas R$ 7,05 bilhões ? que, descontada a isenção fiscal, não pagou nada pela compra. De quebra, o banco ainda demitiu 13 mil bancários e obteve R$ 10 bilhões de lucros nos três primeiros anos de operação. Esta privataria já estava explícita no Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado, de 1995, que fixava que as vendas ?devem estar firmemente direcionadas à redução do Estado ao mínimo?.
7- Estado endividado
Todo este processo de desmonte do patrimônio público, com graves danos ao desenvolvimento estadual, foi feito sob o pretexto de que era preciso dar um ?choque de gestão? para sanar as dívidas públicas. Pura balela. Os R$ 35 bilhões obtidos com as privatizações sumiram no ralo comum do pagamento dos juros e a situação financeira do Estado só piorou. A dívida publicou pulou de R$ 34 bilhões no início do governo tucano, em janeiro de 1995, para R$ 123 bilhões em março passado. Até o Tribunal de Contas do Estado (TCE) tem criticado o volume excessivo de recursos que tem sido drenado aos especuladores financeiros. O superávit primário atingiu 6,11% da receita líquida do Estado no ano passado. Nos últimos três anos, o Estado de São Paulo desembolsou R$ 13,1 bilhões somente com juros e encargos da dívida pública.
Esta política, que favorece somente as elites detentoras de títulos da dívida, causou a redução de gastos na infra-estrutura e nas áreas sociais. Os investimentos na segurança, por exemplo, foram de apenas R$ 151 milhões em 2005 ? 3% do que foi transferido aos banqueiros ? o que ajuda a entender a guerra urbana no Estado. Segundo o relator do TCE, Renato Martins, os gastos com educação, saúde e segurança e outras áreas sociais caíram de 51,3% do total da despesa líquida do Estado, em 2004, para 49,3%, em 2005. O relator ainda criticou Alckmin pelo descumprimento da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Enquanto as despesas com juros foram maiores do que as previstas na LDO, os demais investimentos ficaram bem abaixo. É o caso da Febem, no qual o governo programou construir mil vagas e concluiu apenas 80.
8- Apagão na energia
O desmonte do Estado teve efeitos devastadores na infra-estrutura e no desenvolvimento, em especial no setor de energia elétrica. Num primeiro momento, o governo fatiou as três estatais existentes, Eletropaulo, Cesp e CPFL, em onze empresas de geração, distribuição e transmissão de energia. Na segunda fase, ele promoveu leilões das empresas fragilizadas, num criminoso processo de privatização e desnacionalização. Essa política resultou nos famosos apagões entre junho de 2001 e fevereiro de 2002, com graves prejuízos ao desenvolvimento da economia paulista. Em curto espaço de tempo, a turma do Alckmin implodiu todo o sistema de energia construído desde os anos 50 e que havia alavancado a industrialização nacional.
A qualidade e eficiência da Cesp na geração, transmissão e distribuição de energia, por exemplo, estavam entre as melhores do mundo. Em 1996, ela tinha uma potência instalada de 10.233 MW, atrás apenas da Eletrobrás. Mas este aparato foi devastado em negociatas suspeitas. ?Moeda podre?, como o Certificado Paulista de Ativos (CPA), foi utilizada nos leilões de venda das estatais. Com a privatização, o sistema de energia ficou estagnado e piorou a qualidade dos serviços. No caso da CPFL, antes do leilão ela tinha 200 postos de atendimento no Estado; três anos depois, em 2000, eram apenas 30. Apesar do visível desastre, o tucanato ainda vendeu, em junho passado, a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica (CTEEP) por apenas R$ 1,193 bilhão, quando o seu valor real era de R$ 16 bilhões, segundo a própria Aneel.
9- Locomotiva parada
O longo reinado tucano em São Paulo foi um desastre para a economia e o povo paulista. No passado, o Estado ficou famoso como a locomotiva do país por seu forte dinamismo econômico que impulsionou o desenvolvimento nacional. Ainda hoje, apesar do desmonte neoliberal, ele é responsável por 31,8% do Produto Interno Bruto (PIB), por 32% das exportações e 45% das importações. A sua receita, provinda dos tributos diretos e indiretos dos 37 milhões de habitantes, é de R$ 62,2 bilhões. O Estado concentra 51,6% dos salários industriais e aloja sete dos 10 maiores bancos e oito das 10 maiores seguradoras do país. Mas esse dinamismo foi emperrado pela medíocre administração da turma do Alckmin.
O peso de São Paulo no PIB, que atingiu 39,5% em 1970, teve uma queda abrupta. Hoje, o Estado não tem projeto estratégico de desenvolvimento e a locomotiva está parada. Sem crescimento sustentado, o território que já seduziu brasileiros de todos os cantos virou um centro de desempregados. O outrora pólo mais dinâmico da economia virou o cemitério das indústrias. Sob o pretexto da crise financeira, o tucanato promoveu o desmanche do Estado para saciar os banqueiros. Segundo o economista Marcio Pochmann, mantida esta política, o PIB per capita de São Paulo cairá da terceira posição no ranking nacional para 11º lugar até 2012, com efeitos dramáticos sobre o emprego e a renda dos paulistas.
10- Especulação e miséria
O resultado desta orientação ultraliberal, que Geraldo Alckmin quer agora impor para todo o país, é que as contradições sociais se agravaram no principal unidade da Federação. A minoria parasitária, que vive dos juros da dívida pública, ganhou mais privilégios. O número de famílias ricas em São Paulo saltou de 191 mil para 674 mil na última década ? pulou de 37,8% para 58% do total de famílias abastadas no Brasil. ?Grande parte da elite paulista encontra-se submersa no pacto neoliberal, enquanto beneficiária da financeirização. A riqueza não é mais distribuída entre os vários elos da cadeia de produção. Ela fica concentrada nas famílias de banqueiros e nas pessoas que as rodeiam?, afirma Marcio Pochmann.
No outro extremo, esta política ultraliberal causou uma regressão social sem precedentes na história. O violento ajuste fiscal e o criminoso processo de privatização entravaram o desenvolvimento, causando a elevação das taxas de desemprego, a drástica redução de gastos nas áreas sociais, o aumento da miséria e da violência. Ainda segundo Marcio Pochmann, ?São Paulo se tornou o maior Estado em número de pobres do país, o que está diretamente ligado à perda dos bons empregos, que são industriais. Em 1968, ele chegou a ter 51% da ocupação industrial do Brasil. Em 2003, já representava apenas 28,5%?. Em 1980, por exemplo, 44,5% da renda do Estado provinha do trabalho; em 2003, o índice despencou para 30%. São Paulo passou a ostentar taxas alarmantes de desemprego e de informalidade. De Estado que atraia imigrantes para o trabalho, tornou-se um cemitério de empregos! A miséria se espraiou!
Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB, editor da revista Debate Sindical e autor do livro ?As encruzilhadas do sindicalismo? (Editora Anita Garibaldi, 2ª edição)
Vamos reproduzir na integra a entrevista que o brilhante deputado federal por São Paulo e um dos maiores expoentes do PCdoB, Dr. Jamil Murad, que é médico e candidato a reeleição, concedeu com especial exclusividade ao Blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, brilhantemente conduzido pela jornalista Helena Sthephanowitz, outra que durante a crise não poupou esforços para defender o Presidente Lula, o PT e principalmente pelo trabalho de introduzir no mundo das opiniões políticas, pessoas que como eu, nunca pensaram que um dia poderiam.
Sou o Naza, sou PT e estou com o PCdoB.
O deputado Jamil Murad (PCdoB) que teve atuação brilhante nas CPis, concedeu entrevista exclusiva com a participação dos leitores do Blog Os Amigos do Presidente Lula...Leia a entrevista.
Pergunta do leitor José Lopes: Caro Jamil Murad, acompanhei sua participação nas CPIs e você foi um dos deputados mais aguerrido na defesa do presidente Lula. Muitas vezes, mais do que os próprios integrantes do PT. O que mais lhe deixou irritado ou angustiado, com todo o carnaval show imposto pela oposição e principalmente pelos ex-parlamentares do PT?
Deputado Jamil Murad: Sempre tive claro que o objetivo central da oposição não era investigar ou esclarecer nada. A oposição se movia única e exclusivamente para desestabilizar e derrubar o governo do presidente Lula. Tanto que enfrentei uma pressão imensa para investigar as relações do senador Eduardo Azeredo, então presidente nacional do PSDB e o banqueiro Daniel Dantas. Com o governo eles eram ávidos combatentes contra a ?corrupção?, mas quando os seus nomes eram envolvidos, éramos nós que estávamos desviando as investigações.
2- Pergunta do leitor Celso Campos: Deputado Jamil, gostaria de perguntar se você não desconfia que todo esse esforço da oposição de denegrir a imagem dos representantes do PT, não está diretamente ligado ao medo da ação do governo atingir os podres que há muito tempo estão encobertos, principalmente dos partidos PSDB e PFL?
Deputado Jamil Murad: Sem dúvida nenhuma, os tucanos promoveram uma verdadeira orgia com os recursos públicos nos oito anos do governo anterior e agora se autodenominam como ?vestais da ética?.
3- Pergunta da leitora Raphael Teixeira - Universidade Federal do Pará - Belém - Pará : Gostaria de saber do deputado como ele acha que ficará a situação do seu partido, o PCdoB, diante da impossibilidade de se atingir a cláusula de barreiras. Existe chance de os filiados do PCdoB passarem para o PT, criando alguma coisa como uma tendência interna ao partido dos trabalhadores?
Deputado Jamil Murad: A cláusula de barreira é um instrumento de cerceamento à democracia. É um enorme engodo acreditar que os problemas no Congresso se resumem ao número de partidos, basta lembrar que a ditadura só permitia 2 partidos e nem por isso vivíamos em tempos melhores. Mas o PCdoB decidiu enfrentar nas urnas os limites impostos por esta lei. Não iremos nos incorporar a nenhum outro partido, pois um partido que enfrentou anos de clandestinidade e perseguições, pode enfrentar os problemas causados pelas restrições da cláusula. Continuaremos a travar nossa luta no parlamento e nas ruas.
4- Pergunta da leitora Sara Moura: Gostaria de saber a posição do Deputado quanto a extinção da imunidade parlamentar e em caso positivo, se ele se propõe a fazer um trabalho de base no Parlamento para sua extinção. Aliás gostaria de saber a posição recomendada do PCdoB porque aqui no Rio estou tendendo a votas para Senadora a candidata Jandira.
Deputado Jamil Murad: A imunidade parlamentar para crimes comuns já acabou, hoje não existe mais a necessidade de licença da Câmara para que se processe um deputado. A única imunidade que permanece é a do direito de opinião, pois seria impensável que um parlamentar não pudesse apresentar uma denúncia contra uma injustiça, ou contra uma atitude de um dos poderes pelo risco de ser processado pela sua opinião. Um avanço que julgo necessário é o fim do voto secreto em todas as sessões do Parlamento, pois o eleitor tem o direito de saber como votam os seus representantes. Quanto a minha companheira Jandira Feghali, acredito que ela representará o Rio de Janeiro de forma corajosa no Senado, como tem feito na Câmara dos Deputados.
5- Pergunta do leitor Wagner Parra: O Sr. encontra alguma explicação para que uma pessoa como Roberto Freire, ex-PCB , ex- companheiro de lutas passadas, tenha se aliado aos principais homens da "Direita" brasileira e se tornado um dos principais articuladores do golpe ao Governo Lula ?
Deputado Jamil Murad: Meu caro Wagner, a vida é feita por escolhas cotidianas. Estar ao lado dos que lutam pela justiça, por mais direitos para o povo, por um Brasil em que todos tenham acesso ao emprego, à saúde, à educação, nem sempre é fácil. Acredito que o deputado Roberto Freire esteja seguindo o caminho que para ele é o mais correto. Infelizmente, esse caminho, hoje, está distante dos que reafirmam a luta por essa sociedade melhor.
6-Helena Sthephanowitz: Deputado, O nosso blog denúnciou a lista de Furnas, que caiu na imprensa, a Policia Federal atestou que é verdadeira conforme notícias na mídia, no entanto nenhum parlamentar do PT teve vontade política de averiguar o caso e dar uma satisfação para a sociedade: Eu gostaria de saber se você poderia pedir a CPI da Lista de Furnas? link: http://caixadoistucanodefurnas.blogspot.com/
Deputado Jamil Murad: Sem dúvida nenhuma, este será um dos principais embates na próxima legislatura. Entendo que alguns parlamentares da base aliada não subscreveram apoio à mais esta CPI, pois em nenhum momento da história tivemos tantas Comissões de Inquérito funcionando simultaneamente. E as votações de temas importantes como o FUNDEB foram prejudicadas. Mas sem dúvida, iremos investigar a fundo o tucanoduto alimentado pelo caixa 2 de Furnas.
7- Pergunta do leitor: Francisco Antônio de Andrade Filho Doutor em Lógica de Filosofia da Ciência/ Política, professor titular aposentado da Universidade Federal de Alagoas:
Senhor Deputado Jamil Murad, Os clássicos da filosofia política, entre outros, Aristóteles, Maquiavel, Montesquieu e Rousseau, afirmaram que a segurança do poder político reside na soberania do povo. O segredo da vitória do Presidente Lula se alicerça, assim, nesta "Força do Povo". Pergunto: essa força vai garantir que ao nosso Presidente, uma profunda transformação política no Congresso Nacional? Seria uma proposta pertinente, rasgar o artigo 50 da Carta Magna, que dá privilégios exorbitantes e abusivos aos representantes constituintes do povo? Seria esse o caminho para expurgar os desmandos, não apenas dos deputados e senadores mas também de facções do Poder Judiciário?
Deputado Jamil Murad: O artigo 50 da Constituição Federal estabelece critérios para a participação de ministros em comissões do Congresso e é um avanço democrático. Nos oito anos do governo anterior os tucanos e seus aliados faziam o possível e o impossível para que os ministros não fossem convocados e nem debatessem no Congresso. É próprio da democracia o debate e a prestação de contas do executivo federal, nossa luta tem sido enfrentar o apoio dado por alguns setores da mídia a denúncias sem provas e ilações maldosas. Esta luta contra estes setores da mídia tem diversos protagonistas, pois tão importante quanto um discurso na tribuna, é um espaço como o proporcionado por este blog, que debate de forma franca e aberta as transformações que este país vem tendo com o governo do presidente Lula.
8-Helena Sthephanowitz: Deputado, tempos atrás vimos algumas passeatas contra Lula, sendo organizada por institutos que se dizem éticos, como o Transparência Brasil, cujo o conselheiro, até semana passada era o sanguessuga Emerson Kapaz, que também era o arrecadador da campanha de Alckmin e é dono do instituto de ética(Ético). Eu gostaria de saber como o senhor vê esses movimentos anti-Lula organizados por esses institutos, e mais, o senhor não acha que tem dinheiro da oposição nestes institutos?
Deputado Jamil Murad: Acho saudável, que num período democrático, os mais diversos setores da sociedade civil possam se expressar. Nós do PCdoB, que por tantos anos tivemos que atuar na clandestinidade, valorizamos muito a participação da população no debate político. Entretanto não posso deixar de me perguntar que segmentos estes movimentos representam? As fracassadas marchas contra o governo, como você bem lembrou foram capitaneadas por pessoas contra as quais pesam graves acusações de desvio de dinheiro público. O país está mudando, e os segmentos que estão perdendo seus privilégios estão reagindo, mas neste segundo mandato, as mudanças serão ainda mais profundas, e acredito que o povo estará nas ruas de novo lutando pelo presidente Lula.
9- Helena Sthephanowitz: Deputado Jamil Murad, estamos vendo nestes últimos dia, o PSDB e PFL e TSE pedindo censura da Revista Brasil, do Jornal da CUT, de programas do PT,aplicando multa, e ainda o que é pior, o presidente do tribunal, Marco Aurélio Mello, dando declarações na TV a todo momento. O senhor Deputado acredita que o Presidente Lula está sendo prejudicado por esses orgãos que se aliou a oposição, e por que?
Deputado Jamil Murad: Existem setores que preferem o atraso e a estagnação, e eles ainda tem seus representantes nas mais diversas esferas dos três poderes. Mas como diz o refrão da música de campanha do presidente Lula, ?são milhões de Lulas? neste país.
10-Helena Sthephanowitz: Para finalizar deputado Jamil, o que nós, seus eleitores poderemos esperar do Deputado Jamil Murad, no congresso para o ano de 2007?
Deputado Jamil Murad: Comecei minha vida política em 1968, quando me filiei ao PCdoB, ainda na Faculdade de Medicina na USP em Ribeirão Preto. Dediquei minha vida a melhorar a vida de nosso povo através da medicina e da luta pela Anistia, pelas Diretas, no Impeachment do Collor e na eleição do presidente Lula.
Como deputado federal, ajudei o presidente Lula a aprovar projetos importantes como o PROUNI que concedeu milhares de bolsas para estudantes universitários carentes, o FUNDEB que destinou recursos para o Ensino Básico, novas universidades públicas, o maior aumento do salário mínimo dos últimos 20 anos e o fortalecimento do funcionalismo público federal com novas contratações, organização das carreiras e aumentos reais de salários, que estavam congelados há oito anos.
Tenho a convicção de que para melhorarmos nosso país é preciso avançar na aplicação de um projeto de mudanças para o Brasil, com desenvolvimento nacional, distribuição de renda, ampliação dos direitos sociais e geração de emprego, este é meu compromisso.
Muito obrigada Deputado, por nos conceder essa entrevista, obrigada por sua gentileza, e saiba que meu humilde blog está a sua disposição para sua campanha, Nós esperamos vê-lo reeleito e esperamos ver novamente sua brilhante participação na CPIs .
Jamil Murad é médico, deputado federal pelo PCdoB/SP e candidato a reeleição
Helena
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| Artistas debateram com Lula e Gil a política cultural do Governo em encontro no RJ |
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Lula fez comício ontem no bairro de Campo Limpo, na periferia da zona sul de São Paulo. No discurso disse que é vítima do ódio e do preconceito das elites do país por ter decidido dar prioridade aos pobres e pediu à população que vote em deputados federais e estaduais do PT, PC do B e PSB. "Sabem por que? Porque nós precisamos ter uma bancada para a gente não ser vítima do que nós fomos neste um ano e meio. Nós temos que ter deputados e senadores afinados com a gente,com a nossa política". Sem citar os nomes, Lula disse, também que os tucanos nunca tiveram preocupação nem governaram para as classes mais baixas. Sututílmente Lula mandou um recado para o Serra que está semana mostrou seu preconceito contra os nordestino "Se tem uma coisa que eu me orgulho é de ser nordestino. Trabalhei pela riqueza de São Paulo muito mais que uns que não gostam de nós." disse ainda que". O povo do Nordeste vai ser bem tratado aqui[ em São Paulo]". "A classe média vai ser respeitada. Os ricos vão ser respeitados. Mas eles têm que saber que, se tivermos dois "bifinhos", nós vamos repartir um pedacinho para cada um, para que todos possam comer".
O Pinockim é um demagogo!
Jaime¹³ Brisi¹³ Oliveira¹³.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, recebeu, na noite de ontem, apoio de 182 prefeitos mineiros de 13 partidos diferentes, inclusive PSDB e PFL, partidos do adversário Geraldo Alckmin, em encontro suprapartidário em Montes Claros, Minas Gerais.
Ao lado de José Alencar, Lula afirmou que mantém diálogo permanente com os prefeitos de todo o Brasil, independentemente de sua legenda. ¿Vocês são testemunhas de que este governo sempre atendeu a todos com dignidade e respeito. E nunca questionou quem quer seja sobre a sua filiação partidária¿, afirmou.
O candidato à reeleição criticou posicionamento eleitoreiro de políticos durante comício. ¿É só chegar à época de eleição para certos candidatos começarem a falar bem dos pobres e mal dos banqueiros. Depois que passa a eleição, eles fazem exatamente o contrário¿, disse Lula.
O petista afirmou que foi encomendado ao subchefe de Assuntos Federativos da Presidência da República, Vicente Trevas, estudo que garantam apoio técnico à elaboração de projetos das prefeituras.
O vice-presidente José Alencar disse que o presidente está seguindo um conselho dos mais antigos ao "escutar o sentimento de Minas Gerais". "Acredito que Minas vai dar 80% dos seus votos a Lula", afirmou.
No aeroporto de Montes Claros, Lula recebeu a condecoração de "Imperador do Divino Espírito Santo" das mãos de mestre Zanza, João Pimenta dos Santos, parte de tradição da festa local.
Redação Terra
Charliton Machado 13
O presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) ficou de fora do primeiro dia dos programas de rádio e TV de seus aliados que concorrem a governos estaduais em Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Ceará.
Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que concorre à reeleição, apareceu na propaganda da maioria de seus aliados estaduais.
Em Minas Gerais, o programa do tucano Aécio Neves, que tenta a reeleição, não incluiu nem sequer o nome de Alckmin no cenário de fundo.
No programa de Nilmário Miranda (PT) em Minas Gerais, o presidente Lula apareceu inclusive em um depoimento gravado, no qual diz que o voto em seu ex-ministro será a oportunidade para que Minas faça uma "grande parceria" com o governo federal.
Em Pernambuco, a propaganda do governador e candidato à reeleição, José Mendonça Filho (PFL), colou sua imagem à do vice de Alckmin, o também pefelista José Jorge. Mas não houve menção ao tucano.
Apostando no prestígio da chapa pefelista em Pernambuco, que ainda conta com o ex-governador e candidato Jarbas Vasconcelos (PMDB) como candidato ao Senado, Alckmin escolheu o Estado como base para a difusão de sua candidatura no Nordeste. Mas, além de não mencionar seu nome, o programa da coligação pefelista não atacou os principais adversários do candidato tucano, o presidente Lula e o PT.
Assim como em Minas, os ex-ministros Humberto Costa (PT) e Eduardo Campos (PSB), que também concorrem ao governo do Estado, escolheram Lula como cabo eleitoral. Humberto foi apresentado como "o candidato de Lula". Campos disse ter ajudado o presidente à "assegurar investimentos" para o Estado.
No Paraná, nem o presidenciável tucano nem o presidente Lula apareceram ou tiveram os nomes lembrados pelos candidatos a governador e ao Senado. O PSDB --que dissolveu a aliança com o PMDB do governador Roberto Requião e ficou sem candidato ao governo-- tem no Paraná o apoio oficial da coligação PPS-PFL à candidatura de Alckmin, mas seu candidato ao Palácio Iguaçu, Rubens Bueno (PPS), usou o tempo para se apresentar e falar da infância pobre.
No Ceará, o presidente Lula e o ex-ministro Ciro Gomes (PSB) foram os principais personagens do primeiro programa eleitoral da candidatura de Cid Gomes (PSB) ao governo. Entre os tucanos, Alckmin foi ignorado na propaganda de Lúcio Alcântara (PSDB), que tenta a reeleição.
Alckmin só foi lembrado mesmo pelo senador Tasso Jereissati, que preside o PSDB nacional e que apareceu no espaço reservado aos candidatos a deputado estadual. Distante da campanha de Lúcio, após romper com o governador, Tasso pediu votos apenas aos candidatos a deputado estadual e federal e a Alckmin, sem citar a disputa estadual.
No Rio Grande do Sul, nem Lula nem Alckmin foram lembrados.
Prioridade - Ao desembarcar na tarde de hoje na capital mineira, Alckmin disse não ver sentido para sua aparição no primeiro dia do programa dos candidatos a governador.
Toda a prioridade aos candidatos aos governos para falarem das suas propostas, das suas campanhas. Nem sei se juridicamente posso ir a outro horário eleitoral, não tenho a menor preocupação com isso, afirmou.
O candidato tucano disse ainda que esta "é uma campanha em que está todo mundo integrado", destacando o papel de seu principal aliado em Minas Gerais. "Se tem alguém que está enfático no apoio, é o governador Aécio?.
Charliton Machado 13.
O pai da refinaria Abreu e Lima é o presidente Lula. Isso é inegável.
A declaração do candidato a deputado federal Pedro Eugênio (PT) foi dada após a solenidade de assinatura do contrato de doação do terreno do Governo do Estado para a Petrobrás.
A solenidade aconteceu na manhã de quarta-feira (16/08), na casa de recepção Arcádia, em Boa Viagem.
Durante o evento, o diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto, realizou uma palestra ressaltando que a refinaria veio para Pernambuco, devido, principalmente, a localização geográfica e a infra-estrutura. Dentre os requisitos, Paulo Roberto também citou que o Estado possui o maior mercado consumidor do Nordeste, excetuando a Bahia, que já tem uma refinaria. Na avaliação de Pedro Eugênio, estes requisitos já existiam no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), mas faltou "coragem política" para instalar a refinaria em Pernambuco.
"A própria Petrobrás admite que Pernambuco tem infra-estrutura e localização privilegiada. Isso já existia quando Marco Maciel era vice-presidente. Lula teve coragem de enfrentar um desgaste momentâneo com estados como o Ceará, Sergipe, Rio Grande do Norte e Maranhão, que também estavam na disputa. Sem a decisão de Lula a refinaria não viria para Pernambuco. Isso é translúcido por mais que queiram encobrir", declarou o petista.
Mais de mil policiais federais e servidores da Receita Federal desencadearam uma megaoperação em oito Estados e também em Miami, nos Estados Unidos, para desarticular o maior esquema de fraudes no comércio exterior já identificado no país.
O esquema funcionava há cerca de 10 anos envolve sonegação de impostos, falsidade ideológica, evasão de divisas e cooptação de servidores. Pelo menos 97 pessoas já foram presas. As investigações da Operação Dilúvio correm sob segredo de justiça.
Pelos cálculos da Receita Federal, as empresas do grupo movimentaram mais de US$ 1,1 bilhão e sonegaram pelo menos US$ 500 milhões em tributos federais aduaneiros nos últimos quatro anos.
"Se fizermos o raciocínio inverso, vai mostrar quantos empregos deixaram de ser gerados por conta disso. São 20 mil empregos pelo menos", destacou o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, que compareceu à entrevista coletiva sobre o caso.
Resultado de dois anos de investigação, a operação identificou o grupo que fraudava o valor das mercadorias importadas, sonegando impostos, entre outras ilegalidades.
Entre os "clientes" do grupo estariam a botique de luxo Daslu e o empresário Law Kim Chong, que já foram apontados como sonegadores em investigações anteriores.
De acordo com o superintendente da Polícia Federal no Paraná, Jarbas Saad, todos os empresários suspeitos de liderar o esquema já estão detidos. Um deles, que estava em Miami (EUA), se apresentou voluntariamente e está retornando ao Brasil, onde será preso.
Durante as ações de busca e apreensão, foram encontrados US$ 1 milhão em dinheiro na casa de um empresário considerado um dos chefes da quadrilha, em Santa Catarina. De acordo com as investigações, o grupo importava os mais diversos produtos, de roupas e alimentos a equipamentos eletrônicos e pneus.
As mercadorias chegavam a grandes lojas. A operação pretende rastrear todos os beneficiados com o esquema a partir dos documentos que estão sendo apreendidos.
A operação ainda está sendo realizada e conta com cerca de 1,3 mil policiais federais e funcionários da Receita. Ao todo, são 118 mandados de prisão a serem cumpridos pela operação iniciada na madrugada. Destes, nove são para funcionários da Receita Federal.
A história de um escândalo que causou um rombo de R$ 100 milhões à Prefeitura Municipal de João Pessoa.O deputado Coriolano Sales (PFL-BA) entregou nesta terça-feira (15) um pedido de renúncia de seu mandato à Secretaria Geral da Mesa da Câmara. Contra Sales, um dos 69 acusados pela CPI dos Sanguessugas por suposto envolvimento na máfia das ambulâncias, pesa a acusação de ter recebido R$ 162,5 mil de propina em sua conta bancária.
O anúncio de que os processos de cassação serão abertos pelo Conselho de Ética diretamente, sem a tramitação prévia pela Corregedoria da Câmara, encurtou o prazo para a renúncia dos deputados que querem fugir do processo de cassação.
Após a abertura de processo, a renúncia do parlamentar não impede mais o prosseguimento do julgamento. Candidato à reeleição, Sales é o primeiro da relação de 69 a renunciar a seu mandato.
Portal CorreioRodrigo conversa com representantes de associações agrícolas
O candidato, pelo Partido dos Trabalhadores, deputado Rodrigo Soares, reuniu-se na tarde desta segunda-feira (14) com secretário Desenvolvimento Sustentável da Produção de João Pessoa, Raimundo Nunes, e representantes do Projeto Cinturão Verde, que funciona em Gramame e comunidades próximas. Os pequenos agricultores, daquela localidade, querem que Rodrigo busque, no Ministério do Desenvolvimento Agrário, programas que possam os auxiliar na produção de hortaliças, frutas e legumes orgânicos.
O risco Brasil (índice que mede a confiança dos investidores em aplicações no País) atingiu às 15h14 desta segunda-feira (14) um novo recorde de baixa, ao ceder cinco pontos e atingir 204 pontos base.
O menor nível do índice - 208 pontos - havia sido atingido na semana passada. Ainda nesta segunda, no mesmo horário, o risco de emergentes permaneceu em 182 pontos base.
O indicador já apresentava sinais de queda no início da tarde. Medido pelo EMBI+, do JP Morgan, ele cedia quatro pontos, para 205 pontos-base, às 13h39.
Propondo um novo modelo de avaliação de risco, os analistas do banco de investimentos Morgan Stanley, Gray Newman e Daniel Volberg, explicaram que a dívida externa da América Latina parece destinada à extinção, em razão da agressiva recompra de seus títulos negociados no exterior e quitação da dívida junto ao Fundo Monetário Internacional.
Enquanto isso, o Ibovespa (índice que mede a variação das ações mais negociadas da Bolsa da Valores de São Paulo) cedia 0,34% às 15h15, renovando as mínimas do dia. O dólar à vista comercializado no balcão voltava às máximas às 15h20, valendo R$ 2,162.
Charliton Machado 13.
No artigo "Heloísa Helena, a esperança de Alckmin", constatei que a candidata do PSOL iria ajudar o tucano, principalmente porque tiraria voto de Lula e a diferença entre todos os candidatos poderia levar ao segundo turno. Analisei a pesquisa Datafolha região por região. Nessa análise realmente ela tirava voto do presidente, mas quem perdia mais voto era Alckmin. A reação dele, com as pesquisas posteriores (outra do Datafolha e do IBOPE), foi da esperança ao desespero. Heloisa Helena subiu mais, tirando votos do tucano e não do petista. Pior. Agora ela está PERIGOSAMENTE se aproximando de Alckmin.
No Datafolha, publicado no dia 8/8, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ampliou de 16 para 23 pontos percentuais a vantagem sobre Geraldo Alckmin. A Folha comenta essa pesquisa: "Entre os brasileiros que dizem que seu voto ainda pode mudar, Heloisa Helena passou a ser a principal alternativa, com 26%, à frente de Alckmin". Entretanto a pior notícia foi a pontuação do tucano no Rio de Janeiro. Segundo a pesquisa, nesse Estado, Heloisa Helena tem 20% contra apenas 14% de Geraldo Alckmin. Outro fato surpreendente. Entre os que ganham 5 a 10 salários, onde Alckmin predominava, a queda do tucano foi de oito pontos, sendo Heloisa Helena a maior beneficiária, com alta de seis pontos nesse segmento, informa a Folha. Ainda segundo esse jornal, nos últimos 21 dias, Alckmin perdeu seis pontos no Sudeste (caiu de 35 para 29%) e oito pontos no Sul (31% para 23%) Lula subiu quatro e seis pontos, respectivamente, nas duas regiões. No geral, Lula e Heloisa subiram e Alckmin foi o único que caiu. Chamou-me a atenção a diferença entre o tucano e a candidata do PSOL. Antes era de 18 pontos (28 a 10). Nesta, é de 12 pontos (24 a 12), caindo seis pontos.
No IBOPE, que foi posterior ao Datafolha, Lula passou de 44 para 46; Alckmin tinha 25, caiu para 21; Heloisa Helena foi de 11 para 12. O que deve preocupar muito o candidato tucano é que a diferença entre ele e a candidata do PSOL, que era de 14 pontos (25 a 11), passou para somente NOVE (21 a 12), aproximando perigosamente de Alckmin. Felizmente para o tucano, HH tem pouco tempo na propaganda gratuita no rádio e na televisão. Isto poderá impedi-la alcançar ou mesmo ultrapassá-lo. Aliás, agora a grande esperança de Alckmin será a televisão. Noticiou o Estadão: "Assessores do candidato admitem a queda [nas pesquisas] e explicam: como Alckmin não é carismático e é pouco conhecido, precisa de suporte publicitário constante, o que voltará a ocorrer a partir de terça-feira [15/8], com o início da propaganda eleitoral gratuita". Janio de Freitas também aborda o mesmo assunto (tempo na televisão): "Diz-se que a sorte de Alckmin depende mesmo é do programa eleitoral gratuito, a começar dia 15. Nesse caso, Alckmin é um candidato peculiar: não depende do seu, mas do programa do adversário". Ele acrescenta: "A tendência é a redução do índice, mas o tamanho da redução será induzido pelo interesse que os próprios programas provoquem. É imprevisível, portanto".
Além da televisão, os oposicionistas pretendem explorar os escândalos. Com essa exploração, eles acreditam que podem virar o jogo. Não só eles. A Folha, que é alckmista, também. Em Editorial (Antes da TV), o jornal afirma: "Lula inicia fase de campanha gratuita como favorito, mas a exploração de escândalo pode alterar curso da disputa eleitoral. (...) Não se sabe qual será a reação do eleitorado à exploração SISTEMÁTICA (destaque meu) do escândalo do mensalão em dois meios de comunicação ? o rádio e a televisão ? que exercem impacto sobre a grande maioria da população". Diz ainda que "o jogo pelo Planalto está muito longe de poder ser dado por definido". A estratégia poderá ou não dar certo. Esse assunto já foi muito explorado e até agora sem sucesso. Além do mais, os tucanos e pefelistas não são santos. A pregação moralista de Geraldo Alckmin esbarrou nas mais de 60 CPIs que os tucanos e aliados impediram na Assembléia. Sobre o assunto, o candidato respondeu ao William Bonner: "Bonner, primeiro a Assembléia é um outro poder. O governador não manda na Assembléia". Mentiu. Com maioria, o governador Alckmin mandava na Assembléia. As CPIs só vão sair graças a Justiça.
A televisão poderá ser a nova e grande esperança de Alckmin, depois de Heloisa Helena, atualmente um pesadelo. Os tucanos e a grande mídia desejam que isso ocorra. A conferir nas próximas pesquisas, no final deste mês ou em setembro.
JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu
Rodrigo em AlhandraThaís Fernandes/fazendomedia.com
Fábio Marinho em sua banca de revistas
Trinta e três anos, jornaleiro há nove. Proprietário da banca que fica num movimentado ponto de Porto Alegre, Fábio Marinho tomou uma decisão: não vai mais vender a revista Veja. "Não é mais possível ficarmos esperando que os outros venham fazer algo por nós (...). Todos somos, de alguma forma, responsáveis pelo mundo em que vivemos". Fábio está se formando em História e comunicou sua decisão em carta enviada ao jornalista Hamilton Octávio de Souza e publicada na revista Caros Amigos de julho (leia a íntegra aqui). Sua esperança é, como conta nessa entrevista, contribuir para que outros jornaleiros "também tenham uma tomada de consciência e percebam a importância de seu trabalho na sociedade e tomem iniciativas, por pequenas que sejam, que contribuam para pormos um fim a este avanço dos liberais, ou neoliberais, se preferir, que só tem trazido sacrifícios para a grande maioria da população". Seu endereço eletrônico é: marinho147@hotmail.com. E seu endereço físico, pra quem quiser fazer uma visita, é o número 100 da Rua Dom Diogo de Souza, Cristo Redentor.
Entrevista concedida a Marcelo Salles - salles@fazendomedia.com
Há quanto tempo você trabalha como jornaleiro?
Tenho 33 anos, sou jornaleiro há nove anos, sempre como proprietário e no mesmo ponto de venda.
Qual o perfil dos seus clientes?
O perfil de meus clientes é variado devido ao fato de minha banca ficar próximo a um terminal de ônibus que atravessa a cidade de norte a sul e na frente de uma instituição de ensino particular. Então, atendo desde o desempregado sem perspectiva até ao empresário de sucesso; atendo pessoas de todas as classes econômicas.
Por que a decisão de parar de comercializar a revista Veja?
A gota d'água que me fez parar com a Veja foi uma "reportagem" sobre o presidente venezuelano Hugo Chávez, onde ele era retratado como um tiranete, um ser exótico, só que tudo era escrito num tom muito ofensivo, sem o menor respeito por um presidente de Estado, de uma nação soberana, eleito pelo voto popular. Aí eu pensei: a Veja foi longe demais. E tomei a decisão de não vendê-la novamente. Mas era uma decisão que vinha sendo amadurecida desde a época do "escândalo" do jornalista [Larry Rother], aquele que chamou o Lula de bêbado, quando a Veja fez uma série de reportagens tentando afirmar a mesma coisa. Olha, não sou lulista, mas a Veja foi desrespeitosa naquele momento, e comecei a pensar em não vendê-la. Essa decisão foi levada a termo a partir da tomada de consciência de que não é mais possível ficarmos esperando que os "outros" - ou o Lula, ou o "salvador" - venham fazer algo por nós, e de que todos nós, de alguma forma, somos responsáveis pelo mundo em que vivemos. Então, na minha opinião, é chegada a hora de fazermos algo para modificar a realidade que nos cerca; o que eu posso fazer é isto, então fiz.
Sua decisão se estende a alguma outra publicação ou é restrita à revista Veja?
A revista Época recebe um tratamento semelhante, embora há menos tempo, a partir da crise do "mensalão" (um ano, não é?). Também não sou petista, mas é fato que a revista forçou a barra, se calou durante os anos FHC e agora resolve praticar jornalismo investigativo? Dá licença! A revista Primeira Leitura também recebe tratamento semelhante, nem preciso dizer por quê, né?
Thaís Fernandes/fazendomedia.com
"Não dá mais para agüentar a Veja"
Isso não pode prejudicar o seu trabalho, visto que a Veja é uma das publicações mais vendidas e que, portanto, gera grande retorno à banca?
Sobre perder vendas, bem, entre ganhar dinheiro com a Veja ou perder algumas vendas e contribuir para que os meus clientes descubram a Caros Amigos, a CartaCapital, a Reportagem, fico com esta segunda opção, sem falar no componente ético que em mim é muito forte.
Você não corre risco de sofrer algum tipo de boicote pelo mercado editorial como um todo, ou pela editora Abril em especial?
Realmente não dá mais para agüentar a Veja. Olha, não temo boicote, mas estou surpreso com a repercussão. Recebi vários e-mails de pessoas me cumprimentando e elogiando minha atitude. Vamos ver como a [editora] Abril vai reagir. Se me boicotarem, espero contar com sua ajuda para denunciarmos mais uma da Abril.
O que você gosta de ler, entre livros, jornais, revistas e sítios na internet?
Estou me formando em História e, portanto, gosto de tudo que esteja relacionado à política, teoria e educação. Afora isto, gosto dos grandes escritores nacionais como Machado de Assis, Guimarães Rosa, João Cabral de Mello Neto, Érico Veríssimo, Mário Quintana. Enfim, ler é meu vício. Revistas eu não leio muito por ter pego o vício de ler um livro inteiro de um autor e tentar entender suas teses. As poucas revistas que leio são Caros Amigos, CartaCapital e Reportagem e só. Jornal aqui no sul não tem um que preste, pelo menos que eu conheça. Infelizmente não consegui leitores para o Brasil de Fato e a distribuidora cortou meu reparte, de modo que evito ler jornais. De internet eu não gosto muito não, só utilizo para correspondência e downloads.
Pelo que você observa entre seus clientes, há uma insatisfação com as publicações da grande imprensa? Você acredita haver espaço entre os leitores para publicações com linhas editoriais que destoam da mídia hegemônica?
Pois é, já está tão difícil vender as revistas alternativas... não sei se há espaço para novas publicações. Se você já esteve em alguma edição do Fórum Social Mundial, deve ter percebido que a indignação é maior do que a gente pensa, mas daí a sustentar uma nova revista eu já não sei, minha percepção de jornaleiro é que não, mas estou vendo a situação de um ponto de observação muito restrito que é minha banca.
Por favor, esteja à vontade para acrescentar qualquer outra informação que julgue relevante.
Olha, escrevi aquela carta para o Hamilton Octávio de Souza na esperança de vê-la publicada e que outros jornaleiros como eu fizessem algo parecido. A minha categoria é muito desunida e o sindicato (pelo menos aqui em Porto Alegre) trabalha para mantê-la desunida. Assim, espero que outros também tenham uma tomada de consciência e percebam a importância de seu trabalho na sociedade e tomem iniciativas, por pequenas que sejam, que contribuam para pormos um fim a este avanço dos liberais, ou neoliberais, se preferir, que só tem trazido sacrifícios para a grande maioria da população.
O risco Brasil, medido pelo JP Morgan, recuava 9 pontos básicos às 13h45 (horário de Brasília), desta quarta-feira, para 207 pontos-básicos sobre os papéis do Tesouro norte-americano. Este é o menor nível da história alcançado pelo spread dos títulos da dívida brasileira sobre os Treasuries.
O risco Brasil é a taxa que mede a desconfiança do investidor estrangeiro em relação à capacidade de pagamento da dívida do país. Isso significa que o investidor pede como prêmio uma taxa de 2,07 pontos porcentuais acima dos juros norte americanos, considerados sem risco, para negociar papéis da dívida brasileira.
O apetite de investidores por ativos considerados de maior risco continuava a crescer um dia após o Federal Reserve ter decidido interromper o ciclo de aumento do juro nos Estados Unidos.
No mesmo horário, o EMBI+, que considera uma cesta de títulos de emergentes, cedia 5 pontos, para 183 pontos-básicos.
Desde o início do governo Lula, o risco-país tem sofrido quedas constantes e significativas. Em janeiro de 2003, quando Lula assumiu, a taxa era de 2.400 pontos.
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A pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira (8) mostra o bom desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em quase todos os segmentos sociais, com qualquer critério que se adote. A única exceção é entre o eleitorado mais ricos, onde o tucano Geraldo Alckmin tem a preferência.Na simulação de primeiro turno, Lula bate Alckmin em todas as regiões: no Nordeste, por 66,6% a 11%; no Sul, por 37,5% a 27,7%; no Sudeste, por 39,3% a 21,6%; e no Norte/Centro-Oeste, por 47,4% a 22,8%.
O petista também vence nas quatro faixas de escolaridade definidas pela pesquisa: até a 4ª série do Fundamental, Lula tem 56%; de 4ª a 8ª, 45,1%; no Ensino Médio, fica com 42,7%; e no Superior, com 37,8%. A maior pontuação de Alckmin está no Ensino Médio: 25,5%.
Na categoria Renda Familiar, o presidente alcança 59% entre os que ganham até 1 salário mínimo; 45,2% na faixa seguinte (de
Rejeição menor
Segundo o levantamento, a rejeição a Lula diminuiu de 32,4% em julho para 27%
Já a rejeição ao candidato tucano aumentou. Entre os entrevistados, 37,6% disseram que ?não votariam?
No voto espontâneo, Lula manteve-se praticamente estável. Tinha 33,5% em julho e agora tem 32,3%. Já a intenção espontânea
Para 59,3% dos entrevistados, independentemente de quem irão votar, o vencedor das eleições será o presidente Lula.
Bom governo
A pesquisa voltou a medir a avaliação positiva do governo e a popularidade de Lula ? que também subiram.
Para 43,6% dos eleitores, a administração federal é ótima ou boa, enquanto 39,5% a consideram regular. Apenas 15,6% acham o governo ruim ou péssimo. Em julho, estes índices eram, respectivamente: 41%, 38,5% e 19,3%.
A avaliação positiva do governo é a maior desde dezembro de 2004 - quando chegou a 44,5% - e a quarta maior de toda a série CNT/Sensus, iniciada em julho de 2003.
Da mesma maneira, houve melhora na percepção do despenho pessoal do presidente: 59,3% aprovam e 32,5% desaprovam, contra 55,8% e 37%, respectivamente, no mês passado.
Para ler a íntegra da pesquisa, clique aqui.
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Nasci para seguir a Estrela Guia, ou melhor, a estrela que me guia antes mesmo do meu nascimento!
Sangue que me ligava ao cordão umbilical, no auge do nascimento do Partido dos Trabalhadores, com o forte pulsar do coração de minha mãe, mulher esquerdista, que ouviu pela primeira vez através de meu tio Wisley Belle um dos fundadores do PT em Tocantins, falar sobre o novo partido - PT - PARTIDO DOS TRABALHADORES!
Eu posso dizer que vi o PT crescer, que eu sorria, corria e sonhava sonhos lindos, com a diferença que eu criancinha ingênua e com muitas brincadeiras, este partido crescia comigo, com uma diferença - MATURIDADE!
Ainda pequenina eu tinha minha Estrela no meu peito e em meu sangue, pois nasci amando este partido, creio que por ouvir a voz da minha mamãe dizer "Lula... PT..." e isso ficou gravado e selado de forma tão especial que o entusiasmo dela passava pra mim.
Minha mãe, Beatriz Belle, ouvia atentamente o meu titio Wisley falar, ela curiosa e insegura fazia perguntas para ele, (normal, pois até então era desconhecido) querendo e torcendo para que fosse aquilo mesmo, o partido que todo povo sempre almejou.
E na medida que eu crescia, crescia o Amor Maior dente de mim - PT.
Aos 8 (oito) de idade pude ter o imenso prazer de poder conhecer o homem do qual meu pequeno coração batia forte por ele, Luiz Inácio Lula da Silva. Lá estava eu e minha irmã Rafaella que tinha então 6 (seis) anos. Nessa época morávamos em Gurupi-TO (moramos lá quatro anos e retornamos para Goiânia). Lá estávamos juntos (nós) com o nosso Lula meu tio e demais em cima da carroceria do caminhão (do titio) que servia de palanque, não foi bem um comício, foi apenas uma palavra rápida dele, não me lembro bem o porquê, mas me lembro que tinha que seguir para Araguaína-TO.
Pronto! Naquele momento estava lançada a pedra fundamental, a sigla do nosso partido cravada em meu coração.
Sei muito bem que o PT nasceu para que os filhos desta Pátria tenham oportunidades de uma vida justa, integra e com igualdade para todos - DIREITOS IGUAIS.
Nosso país foi explorado desde o seu descobrimento e o pior de tudo que foi esfaqueado pelas costas e apedrejado pelos próprios filhos da pátria - filhos da ditadura - militares arrogantes, prepotentes e neoliberais que teve todo o tempo do mundo para que fizesse de nosso país e seu povo uma sociedade com dignidade para todos e que nada disso ocorreu.
Mas, nasce no Sertão Nordestino o menino que iria um dia tirar o Brasil do lamaçal e honrar o orgulho de que todos nós temos que é de ser brasileiro, menino humilde de origem pobre que conhece a pobreza de perto, que vivenciou necessidades normal como: alimentar, ter moradia que é o sonho e direito de cada um de nós.
Muito tempo ficaram no poder e nada fizeram e vejo agora a ganância para retomada, retomada essas, que se depender de nós jamais colocarão os pés na rampa do Palácio do Planalto, por muito tempo esperamos, por muito tempo imploramos, graças a Deus, hj temos presidente que sonha qualquer país do mundo ter, um presidente que ampliou Universidades, criou o Fome Zero, PROUNI, Energia para Todos e tantas coisas mais, não vamos deixar passar pelo o que já passamos.
A hora é agora - JÁ! Não podemos deixar, ou melhor, acomodarmos com as pesquisas apesar de serem muito positivas.
Venho aqui pedir a cada um de vocês meus queridos(as) companheiros(as), que cada um de nós busquemos incessantemente por mais votos para que possamos ganhar em larga diferença já no primeiro turno, quero também pedir para que esclareçam a grande necessidade de termos a maioria do parlamento, pois assim nós teremos voz, força e poder para realizar todos os sonhos que o presidente Lula sonhou e desejou ardentemente assim como cada um de nós.
Portanto, vamos corpo a corpo pedir carinhosamente que votem 13 de ponta a ponta!
Obrigada pela paciência que tiveram em ler este e-mail um pouco longo, mas fiz o que meu coração pediu.
Abraços petistas
Meryhellen Belle
PUBLICADO NA INTEGRA E COM AUTORIZAÇÃO.
NAZA
CRÔNICA - LULA MIRANDA
Vendo-os, assim à distância, esgrimindo sua verve e cinismo na tribuna do Congresso, não se diria que são apenas os ordinários coronéis de sempre.
Lula Miranda
Os cínicos, os velhacos estão em todos os lugares: no Congresso, nas Assembléias Legislativas, nas Câmaras Municipais, nas demais instituições, nas empresas, na vida enfim. Mas são facilmente reconhecíveis. Sobretudo quando ocupam a tribuna do Congresso. No Senado, mais precisamente. São arrogantes. São autoritários. Dissimulados. Continuam esgrimindo, como há muito o fazem em seus currais eleitorais, o puído chicote numa mão e a burra repleta de dinheiro e benesses na outra. Numa grotesca pantomima, invisível aos olhos dos que vêem nesses senhores apenas a suposta respeitabilidade e autoridade de senadores da República. Invisível aos olhares ingênuos dos que, por mais que observem, enxergarão ali apenas a pose, a prepotência intimidadora, o bem cortado terno e a retocada maquiagem que dissimula a máscara e a sua nova fantasia de ocasião, de paladinos da moral.
Hoje, posam, de modo canhestro, de ?oposição?. Mas são, em verdade, eles mesmos, ou seja, a mais perfeita tradução e o mais fiel retrato da situação de ontem, de hoje e de sempre: a personificação dos desmandos, do nepotismo, da roubalheira, da desfaçatez, do velho coronelismo recauchutado/repaginado com um fosco e malcheiroso verniz de ?modernidade?.
Posam de senhores da situação, de ?donos do poder?, mas são, de fato, apenas uma espécie de capatazes a serviço dos verdadeiros donos do Brasil. São corruptos. São amorais. Dividem, somam e subtraem o poder em fatias, refestelando-se com o maior naco e distribuindo pequenas fatias e farelos aos seus correligionários e àqueles que, subservientes, prestam-lhe serviços/favores.
Mantém-se por décadas no poder. Via de regra, para eles, o poder, e as benesses que dele advém, é, mais ou menos, algo inato, algo que lhe é devido, pois de direito, inalienável. Como um bem herdado de geração a geração. Como uma herança de família. Dominam os órgãos de comunicação, pois eles (ou ?os seus?) são proprietários dos principais veículos de comunicação. Dominam o Ministério Público em seus estados e, além do Executivo, também dão as cartas no Judiciário e no Legislativo. Têm em suas mãos, pois, todas cartas e poderes da república.
Posam de senhores respeitáveis, de representantes do povo e de seus estados, seja na Câmara ou no Senado. Nem parecem, vendo-os assim de longe, que são apenas os ordinários coronéis de sempre. São, na verdade, homens pequeninos, indignos do mandato que lhes foram outorgados. São cínicos, repito: velhacos.
São deputados e senadores que, em sua maioria, desonram e amesquinham a representação parlamentar. São, apesar da pose, meros feitores e/ou meliantes, e executam com impressionante desenvoltura e um desdém absoluto pelo julgamento público, a pilhagem do Estado, por intermédio do aparelhamento da máquina pública, de gigantescos e incessantes desfalques no erário e da privatização de bens públicos ? a chamada ?privataria? da República.
Desviam recursos da saúde (de remédios, de hospitais, de ambulâncias etc), da educação, da merenda escolar, até da Previdência e da Assistência Social ? por mais hediondo que isso possa parecer-nos. Desviam recursos até mesmo da chamada ?indústria da seca?. E, afinal, como todos sabemos, recursos esses que já são escassos na sua origem.
Vendo-os, assim à distância, esgrimindo sua verve e cinismo na tribuna do Congresso, não se diria que um deles serviu, de modo diligente, à ditadura militar, perseguiu e até matou adversários políticos em seu estado, que grampeou a intimidade de uma sua amante, que violou o sigilo do painel do próprio Senado e, por isso, teve que renunciar ao mandato; não se diria que um outro foi dirigente de um dos organismos da repressão à época da ditadura; não se diria (quem poderia imaginar?) que um outro, o mais virulento deles, é líder da bancada de um partido que, nos oito anos em que esteve no poder, num passado mais que recente, fez inconfessáveis negociatas, destruiu a saúde, a educação, comprou consciências, privatizou quase todo patrimônio público nacional e quase levou o país à bancarrota. Vendo-os assim à distância, até parecem homens dignos, respeitáveis. Mas, olhando-os de perto, não passam de velhacos. Não passam de homens desprezíveis que já deveriam, há muito, ter deixado a vida pública. Para o bem da República. Para o bem da nação.
Afinal, enquanto esses senhores exercem sua retórica cínica, eleitoreira, vazia, na tribuna do Congresso Nacional ou diante dos holofotes das câmeras de TV, o país prossegue refém do medo, da miséria, da violência e do crime (organizado ou não).
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Barão Vermelho 13.
Foi um verdadeiro vexame a entrevista que Alckmin deu ao JN. Ele mostrou que é totalmente despreparado para governar um estado, quanto mais o Brasil. Não sabia os números ruins da educação no estado de SP que governou por 5 anos ? Fátima Bernardes, apresentadora do JN, insistiu na pergunta porque ela tinha os números mostrando como a educação em SP piorou nos últimos anos. Alckmin embananou-se todo e não soube responder. Perguntado sobre ética, por que seu partido, o PSDB, não puniu Azeredo, senador por MG, por ter sido o criador valerioduto em 1998, comprovadamente useiro e vezeiro de dinheiro de estatais de MG em caixa 2, ele desconversou, enrolou, ficou de fru-fru e não respondeu.
Quando perguntado por que engavetou 69 CPIs para investigar seu governo, aliás como seu mentor FHC, ele misturou as estações, tocou um apito, e não respondeu coisa com coisa. Sobre o crime organizado que está barbarizando SP, a resposta foi tão incompetente como foram os seus 5 anos de governo, que levaram SP a este caos de violência. Disse:"não podemos retroagir, não devemos retroagir, temos o dever de enfrentar". Parecia um papagaio destrambelhado. Não explicou como isso será feito, não explicou por que o PCC se fortaleceu tanto em seu governo e por que ele não tomou medidas para conter o avanço do PCC. Não explicou por que o governo recusa ajuda do governo federal, que desde de maio oferece o Exército, a Força de Segurança Nacional e a PF para ajudar SP a combater o crime organizado, mas preferiu fazer acordos com bandidos.
Não explicou por que o governo de SP não entrega os papéis necessários para o governo Lula liberar os 100 milhões que estão a disposição para ajudar a combater o crime organizado. O ministro Thomaz Bastos está indignado e disse que os R$ 100 milhões oferecidos ao governo de São Paulo para gerenciar a crise de segurança no Estado estão à disposição desde o dia 13 de julho ? o dinheiro só não foi depositado na conta do governo paulista porque este ainda não apresentou os documentos necessários. "A gente chega a pensar que o governo de São Paulo não quer o dinheiro", disse o ministro. Ao falar dos contratos de publicidade que desviaram dinheiro da Nossa Caixa, que pagavam revistas e sites de aluguel exclusivamente para defender os governos do PSDB de FHC e dele, Alckmin (caso do Primeira Leitura: assim que foi descoberto o desvio e os pagamentos foram suspensos fechou, não existe mais). Ele ficou de trololó e não respondeu, omitiu que no primeiro semestre de 2006 o governo de SP dobrou os gastos com publicidade em relação ao mesmo período de 2005.
Cobrado a explicar por que o governo tucano não deu reajustes significativos aos aposentados do INSS (nem aos funcionários paulistas aposentados) ? vale lembrar aqui que FHC, seu mentor, os chamou até de vagabundos ? ele não soube defender os 16% que o seu partido votou, com a única intenção de prejudicar o presidente Lula. Alckmin precisa explicar por que arrochou os salários das polícias em SP, civil e militar, explicar por que o delegado de SP tem o segundo pior salário do Brasil. Por que arrochou os salários dos professores, por que diminuiu drasticamente a verba para a educação, por que mandou a polícia bater em estudantes universitários que estavam fazendo manifestação por mais verba para a educação, ao invés de negociar com eles? Já sei: o governo Alckmin só negocia com bandidos.
Diz que vai diminuir impostos, mas não explica como vai fazer para não aumentar a dívida interna, para continuar baixando os juros e manter a inflação sob controle. Como vai fazer para tocar as obras que o presidente Lula já iniciou, e que estão gerando empregos e renda, como a Transnordestina, a construção de presídios federais, a revitalização e a transposição do rio São Francisco, as construção de plataformas para extração de petróleo, os investimentos no Biodiesel, a ampliação dos portos, a recuperação das estradas, e muitas outras ações e obras que o governo Lula está fazendo e vai fazer com o dinheiro dos impostos arrecadados. Ele não explica como vai manter e ampliar programas sociais como o Bolsa-Família, PROUNI, o Luz Para Todos, a distribuição de livros didáticos para alunos do ensino médio. São sete milhões de alunos de 13.253 escolas da rede pública de ensino, que estão recebendo obras de Português, Matemática e Biologia. Como vai dar aumento ao salário mínimo, como vai dar aumento para o funcionalismo, como vai investir na saúde.
Nada ele explica, não fala absolutamente nada que se aproveite e mente com a maior cara de pau. Que fiasco, que vexame foi a entrevista de Alckmin. Mostrou que ele é muito incompetente, não tem nenhum programa de governo para apresentar, a não ser a mesmice do governo FHC, que quase destruiu o país, que levou ao caos econômico e social e que o povo, sabiamente, escorraçou nas urnas em 2002, elegendo o melhor presidente que o Brasil já teve, Luiz Inácio Lula da Silva.
Reproduzido do blog Por um novo Brasil
JUSSARA SEIXAS
Reproduzido do blog Por um novo Brasil
Foi um verdadeiro vexame a entrevista que Alckmin deu ao JN. Ele mostrou que é totalmente despreparado para governar um estado, quanto mais o Brasil. Não sabia os números ruins da educação no estado de SP que governou por 5 anos ? Fátima Bernardes, apresentadora do JN, insistiu na pergunta porque ela tinha os números mostrando como a educação em SP piorou nos últimos anos. Alckmin embananou-se todo e não soube responder. Perguntado sobre ética, por que seu partido, o PSDB, não puniu Azeredo, senador por MG, por ter sido o criador valerioduto em 1998, comprovadamente useiro e vezeiro de dinheiro de estatais de MG em caixa 2, ele desconversou, enrolou, ficou de fru-fru e não respondeu.
Quando perguntado por que engavetou 69 CPIs para investigar seu governo, aliás como seu mentor FHC, ele misturou as estações, tocou um apito, e não respondeu coisa com coisa. Sobre o crime organizado que está barbarizando SP, a resposta foi tão incompetente como foram os seus 5 anos de governo, que levaram SP a este caos de violência. Disse:"não podemos retroagir, não devemos retroagir, temos o dever de enfrentar". Parecia um papagaio destrambelhado. Não explicou como isso será feito, não explicou por que o PCC se fortaleceu tanto em seu governo e por que ele não tomou medidas para conter o avanço do PCC. Não explicou por que o governo recusa ajuda do governo federal, que desde de maio oferece o Exército, a Força de Segurança Nacional e a PF para ajudar SP a combater o crime organizado, mas preferiu fazer acordos com bandidos.
Não explicou por que o governo de SP não entrega os papéis necessários para o governo Lula liberar os 100 milhões que estão a disposição para ajudar a combater o crime organizado. O ministro Thomaz Bastos está indignado e disse que os R$ 100 milhões oferecidos ao governo de São Paulo para gerenciar a crise de segurança no Estado estão à disposição desde o dia 13 de julho ? o dinheiro só não foi depositado na conta do governo paulista porque este ainda não apresentou os documentos necessários. "A gente chega a pensar que o governo de São Paulo não quer o dinheiro", disse o ministro. Ao falar dos contratos de publicidade que desviaram dinheiro da Nossa Caixa, que pagavam revistas e sites de aluguel exclusivamente para defender os governos do PSDB de FHC e dele, Alckmin (caso do Primeira Leitura: assim que foi descoberto o desvio e os pagamentos foram suspensos fechou, não existe mais). Ele ficou de trololó e não respondeu, omitiu que no primeiro semestre de 2006 o governo de SP dobrou os gastos com publicidade em relação ao mesmo período de 2005.
Cobrado a explicar por que o governo tucano não deu reajustes significativos aos aposentados do INSS (nem aos funcionários paulistas aposentados) ? vale lembrar aqui que FHC, seu mentor, os chamou até de vagabundos ? ele não soube defender os 16% que o seu partido votou, com a única intenção de prejudicar o presidente Lula. Alckmin precisa explicar por que arrochou os salários das polícias em SP, civil e militar, explicar por que o delegado de SP tem o segundo pior salário do Brasil. Por que arrochou os salários dos professores, por que diminuiu drasticamente a verba para a educação, por que mandou a polícia bater em estudantes universitários que estavam fazendo manifestação por mais verba para a educação, ao invés de negociar com eles? Já sei: o governo Alckmin só negocia com bandidos.
Diz que vai diminuir impostos, mas não explica como vai fazer para não aumentar a dívida interna, para continuar baixando os juros e manter a inflação sob controle. Como vai fazer para tocar as obras que o presidente Lula já iniciou, e que estão gerando empregos e renda, como a Transnordestina, a construção de presídios federais, a revitalização e a transposição do rio São Francisco, as construção de plataformas para extração de petróleo, os investimentos no Biodiesel, a ampliação dos portos, a recuperação das estradas, e muitas outras ações e obras que o governo Lula está fazendo e vai fazer com o dinheiro dos impostos arrecadados. Ele não explica como vai manter e ampliar programas sociais como o Bolsa-Família, PROUNI, o Luz Para Todos, a distribuição de livros didáticos para alunos do ensino médio. São sete milhões de alunos de 13.253 escolas da rede pública de ensino, que estão recebendo obras de Português, Matemática e Biologia. Como vai dar aumento ao salário mínimo, como vai dar aumento para o funcionalismo, como vai investir na saúde.
Nada ele explica, não fala absolutamente nada que se aproveite e mente com a maior cara de pau. Que fiasco, que vexame foi a entrevista de Alckmin. Mostrou que ele é muito incompetente, não tem nenhum programa de governo para apresentar, a não ser a mesmice do governo FHC, que quase destruiu o país, que levou ao caos econômico e social e que o povo, sabiamente, escorraçou nas urnas em 2002, elegendo o melhor presidente que o Brasil já teve, Luiz Inácio Lula da Silva.
O deputado estadual Rodrigo Soares, líder do PT, entregou na manhã desta terça-feira (8), a Mesa Diretora da Assembléia Legislativa da Paraíba o requerimento, solicitando a abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar supostas irregularidades cometidas<**>nbsp; pela Fundação de Ação Comunitária (FAC), órgão do Governo do Estado ? a CPI da FAC. No documento, que pede abertura da CPI, conta com a assinatura de 12 parlamentares, número suficiente, exigido pelo Regimento Interno da Casa, para abertura de uam CPI.
O deputado petista garante que após a coleta das assinaturas ficam faltando apenas soluções regimentais para a abertura da CPI: ?Acredito que na próxima quarta-feira (09) a CPI seja instaurada?, revelou.
A ?pendenga? envolvendo a FAC começou com a Ação de Investigação Judiciária Eleitoral (AIJE), movida pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), onde o partido sugere que distribuição dos cheques configura compra de votos em período eleitoral, desde então a distribuição de cheques foi suspensa por uma liminar do Corregedor Regional Eleitoral, Alexandre Targino.

Deputado Rodriogo Soares diz que contratos do programa do leite continuam vigorando.